sexta-feira, 31 de julho de 2009

Aquela que não tem o que fazer

The Cadaver Calculator - Find out how much your body is worth.

How Long Could You Survive Trapped In Your Own Home?
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What would you taste like to a cannibal?

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How long could you survive trapped inside your kitchen freezer?

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35%

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Porque o Diogo definitivamente não tem mais nada pra fazer.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um pequeno ensaio sobre aberrações virtuais

Às vezes... Não, sempre. Sempre eu imagino que o advento da internet poderia ser vetado a algumas pessoas. Pessoas sem o senso do ridículo, que insistem em se humilhar publicamente, fazer malabarismos só para chamar a atenção e alimentar seu ego e atentar nossos olhos com erros grotescos de qualquer coisa, ou fotos incrivelmente desnecessárias. As fotos desnecessárias às quais me refiro vão desde vibes em piscinas de mil litros, passam por aspirantes a mulheres da vida (aka: garotas que buscam atrair atenção de machos alfas através de fotos um tanto sugestivas) até chegarem a pessoas incapazes de comprar uma porcaria de um dicionário e aprender a escrever de um modo PELO MENOS aceitável e menos prejudicial à visão. Claro, ainda contamos com espertos acreditam que o tradutor do Google é uma verdade universal. Às vezes o negócio é tão grave, que a gente até dá um risinho nervoso, sacode um pouco a cabeça e tenta negar que aquilo exista, ou que não passe de uma brincadeira bem-humorada do sujeito. Mas, para o pânico geral, não é.

Se eu me aprofundar demais, provavelmente vão surgir contra-argumentos, no caso da tal da inclusão digital, culpando a educação. Mas sério, eu acredito que as pessoas não precisam ter o ensino médio completo para saberem o que é ridículo e o que não é. Eu mesma conheço seres que estão na universidade e cometem todas as atrocidades citadas acima. E, apesar da relatividade das coisas, não acredito que a maior parte da população diga que andar com uma calça hiper-apertada, com de estampa de onça e blusa imitação de sutiã seja algo comum e trivial. E se a gente para pra pensar, percebe como redes sociais, como o Orkut, por exemplo, contribuem para espalhar esse tipo de gente por aí.

O consolo é o fato de, graças a essas figuras, gozarmos de uma boa sessão de risadas, não?

domingo, 26 de julho de 2009

Oi, eu sou bizarro

Ok, no mundo acontece uma série de coisas bizarras que a gente nem acredita, mesmo com todas as provas fotográficas possíveis. Ou não. Anyway, cá estava eu, procurando algumas notícias legais com as quais me distrair, quando me deparo com isso:

Americana acha sapo dentro de pacote de feijão verde congelado

A norte-americana Chasity Erbaugh levou um susto quando estava preparando o almoço para seus filhos, em Tyler, no estado do Texas (EUA). Ela encontrou um sapo congelado dentro de um pacote de feijão verde, segundo a emissora americana "KLTV".

Chasity contou que notou que havia algo errado quando tentou desmanchar uma parte do feijão que parecia estar grudada. Mas, após a examinar com atenção, ela descobriu que era um sapo o pedaço de cor marrom que veio dentro do pacote.



Definitivamente isso está na lista das coisas mais nojentas do mundo. Quem compra feijão verde congelado não pode esperar o mínimo senão um sapo dentro do saco, porque sério... Feijão verde? É igual àquelas invenções bizarras, como açaí com leite ninho, granola, calda de morango [????]. Um nojo desnecessário. Mas, gosto é que nem cu, cada um tem o seu então que cada um encontre sua própria aberração, quer seja no saco de feijão ou no leite ninho pré-açaí. Só sei que o feijão (verde) nunca mais será o mesmo para essa mulher (reparem na cara de nojo dela!!)

Tubarão de quase 2 metros é encontrado no meio de avenida em Miami

Polícia abriu investigação para descobrir quem deixou o animal na pista.
Aparentemente, ele largou o tubarão após tentativas frustradas de vendê-lo.

Taí uma coisa que eu tenho ódio. Não, não de tubarões mortos no meio da rua. A culpa não é dele se o semáforo demorou a abrir. Eu odeio pessoas que simplesmente acreditam poder comercializar de tudo. Mesmo. Desde rins a tubarões, passando por unhas encravadas. Ganhar dinheiro não é difícil e malmente alguém precisa dessas aberrações para tal. Principalmente em Miami.

Jiboia é flagrada devorando frango na China

Flagra aconteceu em Taizhou, na província chinesa de Jiangsu. Imagens foram divulgadas pelo jornal inglês 'Daily Telegraph'.

Doido, e daí? Deixem a Jiboia comer em paz. Eu, pelo menos, não gosto quando as pessoas me flagram comendo, é constrangedor!

Vou te contar, hein. Chega de bizarrices por hoje.

(Todas as bizarrices foram tiradas do G1 - Ou globo.com)

Dica, se procuram um cantor que manda bem no vocal e no violino, aconselho Alexander Rybak. Eu, pelo menos, não consigo parar de ouvir.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Imagens - ando

O post de hoje é mais dedicado a um pouco da graça da internet. É incrível como a gente acha cada coisa mais nonsense do que a outra! Exemplo: O elemento abaixo parece muito alguém que eu conheço nas épocas áureas do pump:



Cosplay definitivamente pode não ser um hábito lá muito saudável (pelo menos pros olhos, né):



Mas pode ser algo bem fofinho também:



E pra quem gosta de lego, um esfomeado:



Ou talvez essa, proibida para menores:



E, por fim:



Não me perguntem, eu me apaixonei por esse cavalo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Listas para tentar descontrair

Pensem em um dia que tudo dá errado. Mesmo. Hoje foi um desses dias, em que as coisas parecem tão erradas que a gente tem vontade de arrancar os cabelos e perguntar “POR QUE COMIGO, MEU DEUS?”

You see, eu devo ter levantado com o pé esquerdo, só pode. Eu venho planejando uma viagem com alguns amigos há uns belos seis meses e, uma semana antes do dia D ela ameaça falhar por problemas com carona e vagas no carro. Mas então, dois dias antes, parece que tudo resolve se encaixar perfeitamente nos trinques. Tão perfeitamente, que a gente suspeita. E maldita hora pra suspeitar, hein? Faltando um dia pro dia esperado, exatamente antes do almoço, um dos meus amigos diz que a mãe mudou de ideia e não deixou mais que ele fosse. Ótimo, eu pensei. Mães são criaturas esquisitamente inconstantes e imprevisíveis, se alguém quer saber minha opinião. Mas tá, ok, comecei a trabalhar com a hipótese da ausência da pessoa e, quando resolvo me acostumar com ela, a pessoa avisa que vai. Ah, que bom, eu pensei, voltando ao plano antigo, satisfeita. Ledo engano. Cerca de duas horas depois da boa notícia, a criatura me diz que, por um ou outro motivo, não vai mais – não consta discutir as razões aqui no blog, mas elas me tiraram um pouco do sério, não, não os as razões, mas a forma de abordagem delas. De qualquer forma, a viagem foi encurtada de cinco pra três dias, com desfalque de uma pessoa e muita irritação por parte dos que restaram – pelo menos de alguma parte. Fora algumas outras mudanças de planos e imprevistos que contribuíram para o meu atual e deplorável estado de humor. Além disso, (é, tem mais), a internet ficou uma bosta o dia inteiro, com MSN indo e vindo, lentidão colossal do PC, incapacidade de jogar e problemas nas instalações das porcarias das atualizações do Windows. Guardem minhas palavras, quando eu for rica, um Mac eu possuirei. A minha forma de extravasar a raiva, uma delas, o jogo, por conta dessa internet (oi, além da Microsoft, eu também odeio a Velox) foi pro esgoto e mais me irritou do que acalmou. Estando eu com a cabeça a mil, resolvi desabafar no blog, porque, afinal, pra isso que ele serve! Ah, saibam que a internet caiu nesse minuto, quando eu escrevia o post. Felizmente, eu o faço primeiramente no Word, pra evitar surpresinhas como essa. Mas adeus, download.

Agora, um viva ao meu inferno astral fora de época! E espero mesmo que essa tal viagem dê certo no final. E agora, algumas listas pra vocês (porque eu precisava mesmo esfriar a cabecinha):

10 coisas das quais eu tenho medo:

1. Sapos, rãs, anfíbios em geral
2. Fãs psicóticos de Harry Potter
3. Visual Keis
4. Fãs psicóticos de “O Teatro Mágico”
5. Mendigos
6. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
7. Filmes de terror
8. Pessoas pulando em cima de mim
9. Minha mãe de mau-humor
10. Inclusão Digital


10 coisas que me fazem rir muito


1. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
2. Meu namorado fazendo caretas (não, peraí... Dessa eu tenho medo)
3. Cócegas
4. Lucas Heitmann
5. Charlie, The Unicorn
6. Pitís
7. Piadas nerds
8. Espontaneidade fotográfica
9. Emoticons do Dieta
10. Pessoas de Quarentena por causa da Gripe Suína


Mais algumas coisas completamente nonsense.

1. Políticos falando sobre defender sua ética
2. Pedreiro falando sobre ética
3. Isaac Newton
4. Unicórnios azul e rosa (psicóticos) do Charlie
5. Meu namorado pulando na cama [?]
6. Político honesto
7. Eu assistindo Jogos Mortais I,II,III, IV, V...XVII.
8. Animações com animais
9. Livro sobre fezes da Giovanna
10. Haron tirando dez em redação (Ê XD)


As listas acima foram feitas com fins meramente informativos e não pretendiam ofender quaisquer pessoas, filmes, unicórnios ou políticos. Não, os políticos sim. Listas sujeitas a futuras mudanças. Ou não.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Igualdade, sinceridade e outros 'is'

Duas coisas muito me irritam e em uma eu não acredito. As duas coisas são: pessoas com o prazer de ignorar as outras, sinceridade demais. E eu não acredito em igualdade. Por quê?

Começando a responder pelos motivos que me levam a ficar irritada. Com certeza ninguém gosta de falar com alguém e não obter resposta ou, na melhor das hipóteses, conseguir um simples grunhido mal-educado ou um olhar gélido. Sério. Se as pessoas têm problemas com quem quer que seja, seria muito bom se afastar, mas, em caso de possível encontro e possíveis trocas de bom dia, boa tarde ou boa noite, exercer o pouco de educação que deve ter tido em casa, afinal, a não ser que o ser seja mudo, ele tem a capacidade de falar. Quando me refiro a ignorar, trato o assunto nesse contexto, porque você estar conversando com alguém que simplesmente está conversando com outra pessoa e, por acaso não lhe escutou, não é ignorar. É vácuo mesmo. Quanto ao outro fator de irritação, passível de arrancamento de cabelos e o mais terrível e típico de filmes de horror, a sinceridade demais, cara, ela fede. Como qualquer animal sociável comum, eu prezo uma boa dose de sinceridade a ponto de a pessoa conseguir não ser falsa com as outras. Só que existem animais, há pessoas que não receberam o mínimo necessário de noção, que acham que podem simplesmente sair dizendo sua opinião para os outros e se martirizam por isso. Como se alguém fosse querer saber dos detalhes do ponto de vista de outrem, principalmente quando são desfavoráveis e ofensivos. Eu abomino, corro, me escondo de pessoas sinceras ao extremo. Daquele tipo de gente que, se por acaso você está conversando com sujeito A e resolve perguntar como está seu cabelo, essa pessoa chega e diz, como se a pergunta lhe fosse dirigida, que está uma merda e pergunta se você não conhece uma coisa chamada salão de beleza. Sério, eu não devo ser a única que não conseguiria ser amiga de um sujeitinho desses. Algumas verdades, por questões de boa convivência, podem ser ditas em outras ocasiões, em vez de sempre que vem à sua cabeça. Sinceridade demais, creio eu, é um sinal de má educação sim, claro, dependendo do contexto. E não, eu sou a última mortal que apóia a hipocrisia e a omissão de fatos. Só acredito que algumas coisas podem nunca serem ditas ou guardadas para mais tarde. E pronto.

Terceiro e último ponto: a igualdade. Queridos, igualdade é uma utopia. Um conto de fadas. Não existe. Acreditem em mim, eu sou otimista quanto a isso. E sim, eu acredito que possa existir uma sociedade agradável a todos, mas não com igualdade. Nem sociedades indígenas possuíam a plena igualdade (pajé e cacique que os digam). O que pode tornar a sociedade agradável e feliz é a equivalência. Sim. Os ricos, os pobres e os ‘classe média’ jamais deixarão de existir. Sempre haverá alguém mais rico e mais pobre que você. Mas pode existir o menos rico, o menos pobre e o classe média (é, classe média, se contente em estar no meio). Até na Suíça e em outros países com alto IDH existem pessoas com problemas financeiros, claro que nada comparáveis as Índia e África da vida. Porque lá nesses países de invejável qualidade de vida existe a equivalência. A igualdade simplesmente não combina com a natureza humana (infelizmente, ou não). Mas nada o impede de desgrudar a bundinha dessa cadeira, cama ou onde quer que você esteja sentado, sair daí e ajudar alguém que precisa. Pode ser um tio, um primo ou um morador de rua. Pode ser um animalzinho, uma criança ou um adulto. Afinal, a não ser que você seja psicopata (ler Mentes Perigosas para descobrir a definição), você tem a capacidade de se compadecer com a situação alheia. Trabalhemos pela equivalência, sim?

Bla bla bla a parte, as férias me trouxeram algumas boas coisas, entre elas, o fato de finalmente eu conseguir ler dois livros em duas semanas e não em um mês como eu preguiçosamente vinha fazendo. Para alguém que não viaja, não por causa da Gripe Suína (to fodendo pra Gripe Suína, eu não deixaria de viajar por ela. A Gripe comum mata muito mais gente há muito mais tempo, falomermo) e sim por causa da Crise Econômica (sim, culpe sempre a crise) ler é um bom remédio (jogar no computador também *sinal de positivo com o dedo*). E, embora a minha mãe ande meio emburrada com a minha leviandade e mania de ficar saindo quase todos os dias, é o que eu posso fazer para me divertir se não estou tirando fotinhos na Disney, São Paulo, Beach Park, Salinas ou Muro de Berlim. Ignorem o fato de o comentário ter saído excessivamente elitista (ou não).

Pronto, escrevi. Tchau pros que ficam.