Cara, uma das coisas que eu mais amo e prezo na vida é ser útil. Não, mas ser útil mesmo. Pode ser na menor das coisas, desde ser a causadora de sorrisos em alguém triste até conquistar o mundo, mas ser útil me proporciona tamanha sensação de plenitude que eu sou capaz de me sustentar por um dia só com a satisfação resultante do ato. Anyway, creio que algumas pessoas consigam rir com as besteiras que eu escrevo por aqui, mesmo que bem destoantes umas das outras. Mas isso não quer dizer necessariamente que eu abomine a inutilidade. Pra mim ela é realmente indiferente. Mas sabem, eu também descobri que eu secretamente nutro uma profunda admiração por... Formigas. Tipo, cara, elas são fodas. Tá certo, a gente pisa, esmaga, passa o dedo no caminho delas só para deixá-las desnorteadas, brinca de Titanic com elas... E ainda sim, elas são fodas. Assim, como um bichinho que geralmente tem seus dezesseis milímetros de tamanho tem a capacidade de infestar os locais em menos de uma hora com tanto sucesso? Nem os humanos conseguem isso, cara. As formigas são a eterna inveja das mulheres que buscam um corpo legal, porque elas têm bunda grande e cintura fina. Mas eu descobri que a forma mais eficaz de se exterminar esses gênios capazes de sustentar várias vezes o próprio peso é congelando-as. Ou vocês já ouviram falar de formigas no Pólo Norte? Alguém? Fica a fica.
Pra quem quiser saber inutilidades sobre as formigas, eis o site: http://www.vocesabia.net/ciencia/curiosidades-sobre-as-formigas/
E o que a formiga tem a ver com utilidade e afins? Nada. Mas agora, pelo menos, quem já leu isso pode sair contando pra todos que descobriu um meio eficaz de se livrar de formigas.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Mais Curiosidades (dessa vez, um pouco mais carecas)
Aproveitando o embalo da sessão ‘curiosidades acerca de... ’ o tema de hoje será o velho tabu: Sexo. Não, eu não vou ensinar ninguém a usar uma camisinha, ou como evitar uma gravidez precoce/indesejada ou sobre como é importante se prevenir de DSTs. Actually, eu vou simplesmente falar sobre algumas curiosidades bizarras, também conhecidas como culturas ao redor do mundo, envolvendo o tema. Considerando a diversidade de coisas sobre o tema, eu pretendo ser um pouco breve.
Na França do século XVIII, o sexo anal era um crime e quem fosse descoberto no ato ia direto pra Guilhotina (Agora a dúvida é saber qual das cabeças era cortada né). Sem contar que atualmente há uma lei que proíbe que você beije uma pessoa no metrô (na boca, obviamente).
No Egito, as pessoas pertencentes à determinada seita religiosa foram proibidas de comer pepino e berinjela por conta da sua conotação sexual (E a banana não?).
A Venezuela é o país onde as pessoas sentem-se mais felizes com suas relações sexuais, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Roper Starch Worldwide. Cerca de 46% dos entrevistados responderam estar felizes. O Brasil aparece em segundo lugar, com 32%.
Na ilha de Tonga, houve um tempo em que cabia ao rei local tirar a virgindade de cada uma de suas súditas e ele seguiu fiel ao serviço até os oitenta anos de idade (as coitadas devem ter ficado pra lá de traumatizadas, sem contar que com uma sífilis daquelas).
Na Tailândia, sair sem a roupa íntima é proibido (a questão é saber se é costume por lá as autoridades pedirem para você provar isso).
Bananas e cocos eram proibidos na Polinésia até antes da chegada da cultura europeia (por que será?)
Os jovens da tribo Keraki, na Papua Nova-Guiné, recém chegados à puberdade passam por uma sessão de coito anal. Acredita-se que os jovens só poderão crescer se receberem uma porção de sêmen de um homem mais velho. Mas atenção: eles devem comer uma laranja-lima se não quiserem engravidar (Essa é pro Haron :D)
No Líbano, desde que você não transe com um animal do sexo masculino, a zoofilia é liberada.
No Japão, alguns sex-shops têm máquinas de vender calcinhas usadas de colegiais (cara, e ainda dizem que japoneses não são frustrados...)
AUMENTE SEU PÊNIS EM ATÉ 6 CENTÍMETROS COM ESSA SENSACIONAL RECEITA CHINESA: ALGAS MARINHAS E EXTRATO DE FÍGADO DE CACHORRO BRANCO OU TENHA SEU DINHEIRO DEVOLVIDO! (Essa é pro Luiz incrementar sua fantástica técnica de venda de produtos para aumentar o pênis via msn XD)
Haaa, essa é legal: Na Austrália central, os homens da tribo Waibirir cumprimentam o visitante segurando seu pênis. É quase um aperto de mão...
O rei Saudita Ibn-Saud, que viveu pelo final do século XIX, início do XX, dizia que, de seus onze a seus setenta e dois anos, possuiu cerca de três mulheres diferentes por noite (exceto em período de guerras). De acordo com seus próprios cálculos, dormiu com nada mais que 17 mil mulheres durante a vida inteira (caramba, o cara tá bem na fita. Eu nunca dormi com uma mulher Q).
Em Cingapura é proibido ser homossexual, fazer sexo oral e qualquer espécie de pornografia (pro último: ok, como os bebês nascem então?)
Em Guam é proibido que virgens se casem, portanto, há homens especializados em viajar pelo país para deflorar as ditas cujas.
Na Indonésia é assim: Se masturba? Decapitação pra você, querido (a).
Por hoje eu fico por aqui. Se vocês quiserem mais curiosidades, perguntem por comentários que eu posso ou responder por lá mesmo ou fazer um novo post com mais curiosidades pra vocês 8D
As always, minha fonte de pesquisa foi a internet.
Na França do século XVIII, o sexo anal era um crime e quem fosse descoberto no ato ia direto pra Guilhotina (Agora a dúvida é saber qual das cabeças era cortada né). Sem contar que atualmente há uma lei que proíbe que você beije uma pessoa no metrô (na boca, obviamente).
No Egito, as pessoas pertencentes à determinada seita religiosa foram proibidas de comer pepino e berinjela por conta da sua conotação sexual (E a banana não?).
A Venezuela é o país onde as pessoas sentem-se mais felizes com suas relações sexuais, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Roper Starch Worldwide. Cerca de 46% dos entrevistados responderam estar felizes. O Brasil aparece em segundo lugar, com 32%.
Na ilha de Tonga, houve um tempo em que cabia ao rei local tirar a virgindade de cada uma de suas súditas e ele seguiu fiel ao serviço até os oitenta anos de idade (as coitadas devem ter ficado pra lá de traumatizadas, sem contar que com uma sífilis daquelas).
Na Tailândia, sair sem a roupa íntima é proibido (a questão é saber se é costume por lá as autoridades pedirem para você provar isso).
Bananas e cocos eram proibidos na Polinésia até antes da chegada da cultura europeia (por que será?)
Os jovens da tribo Keraki, na Papua Nova-Guiné, recém chegados à puberdade passam por uma sessão de coito anal. Acredita-se que os jovens só poderão crescer se receberem uma porção de sêmen de um homem mais velho. Mas atenção: eles devem comer uma laranja-lima se não quiserem engravidar (Essa é pro Haron :D)
No Líbano, desde que você não transe com um animal do sexo masculino, a zoofilia é liberada.
No Japão, alguns sex-shops têm máquinas de vender calcinhas usadas de colegiais (cara, e ainda dizem que japoneses não são frustrados...)
AUMENTE SEU PÊNIS EM ATÉ 6 CENTÍMETROS COM ESSA SENSACIONAL RECEITA CHINESA: ALGAS MARINHAS E EXTRATO DE FÍGADO DE CACHORRO BRANCO OU TENHA SEU DINHEIRO DEVOLVIDO! (Essa é pro Luiz incrementar sua fantástica técnica de venda de produtos para aumentar o pênis via msn XD)
Haaa, essa é legal: Na Austrália central, os homens da tribo Waibirir cumprimentam o visitante segurando seu pênis. É quase um aperto de mão...
O rei Saudita Ibn-Saud, que viveu pelo final do século XIX, início do XX, dizia que, de seus onze a seus setenta e dois anos, possuiu cerca de três mulheres diferentes por noite (exceto em período de guerras). De acordo com seus próprios cálculos, dormiu com nada mais que 17 mil mulheres durante a vida inteira (caramba, o cara tá bem na fita. Eu nunca dormi com uma mulher Q).
Em Cingapura é proibido ser homossexual, fazer sexo oral e qualquer espécie de pornografia (pro último: ok, como os bebês nascem então?)
Em Guam é proibido que virgens se casem, portanto, há homens especializados em viajar pelo país para deflorar as ditas cujas.
Na Indonésia é assim: Se masturba? Decapitação pra você, querido (a).
Por hoje eu fico por aqui. Se vocês quiserem mais curiosidades, perguntem por comentários que eu posso ou responder por lá mesmo ou fazer um novo post com mais curiosidades pra vocês 8D
As always, minha fonte de pesquisa foi a internet.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Curiosidades peludas
Ok, eu não lembro muito bem o contexto, não sei se foi lendo alguma capa de DVD sobre Roma antiga, ou vendo algum documentário instrutivo do History que eu percebi que poucos lugares e pessoas abordam o tema em seus textos ou conversas. Sendo assim, achei que seria interessante fazer uma pesquisa a respeito, até para saciar minha própria curiosidade. Para começarmos, abordemos o comum hábito masculino (e assustadoramente, feminino em alguns casos) de se barbear. O primeiro barbeador que se tem noticia surgiu no período paleolítico, e não passava de uma concha marinha, mas receio que não tenha se tornado muito popular, visto que os povos que futuramente se seguiram ainda cultuavam uma boa e (quilo) métrica barba. Como exemplos, temos gregos e egípcios. Sócrates foi um dos que muito provavelmente portavam tamanha concentração peluda e tal hábito começou a se perder somente a partir de Alexandre, o Grande, que carinhosamente obrigou seus soldados a se livrarem das ditas, visto que seria muito fácil para o inimigo simplesmente puxá-los por lá. Já no Egito, os pelos faciais envolviam certa hierarquia. Inclusive as mulheres faraós possuíam suas barbas postiças para cerimônias especiais. Contudo, os religiosos já não possuíam qualquer espécie de pelos pelo corpo, chegando ao ápice de raspar até a própria sobrancelha, sob o argumento de se livrar de qualquer espécie de característica animal.
Por curiosidade, é interessante citar que a galerinha da mesopotâmia costumava usar aqueles estilos de barbas trançadas, que eram comumente passadas a ferro quente, com algo que muito se assemelhava à atual chapinha.
Os romanos já eram meio revoltados com barbas e, com exceção de alguns senadores, o padrão era um rosto livre de pelos, por questões sanitárias (convenhamos pessoas, os romanos eram dez vezes mais preocupados com higiene do que os gregos, vide o desenvolvimento de sistemas de esgotos invejáveis para a época). Inclusive, foi em Roma que surgiram as primeiras barbearias e os primeiros cremes para barbear, que tinham como base o Óleo de Oliva. Só que há quem diga que houve um período que as mulheres romanas se interessaram em cultivar os pêlos que os homens muitas vezes desprezavam através do uso de ungüentos e foi necessária uma atitude proibitiva do senado sobre essa questão.
Durante a Idade Média, o inimigo (um dos milhares) da igreja era o bigode, que era visto como algo diabólico. Na verdade, o bigode, desde os gregos, era meio satirizado e considerado incrivelmente... Jeca. Só que, como na Idade Média tudo era coisa do capeta, o pobre tufo de pêlos sobre os lábios entrou na lista negra da população. E em 1447, a Inglaterra proibiu o uso dos bigodes por simbolizar duas coisinhas: vaidade e... O povo francês. O que nos remete à falta de higiene romana, e, por conseqüência, a piadinhas sobre perfumes franceses e a suposta higiene de tal povo, feitas por muitos de nós e que não precisam ser comentadas aqui.
E agora chegamos ao ponto da história que provavelmente pode ter sido o nascimento dos transexuais de hoje (Just kidding). Pelos idos do século XIX a Europa viveu uma verdadeira popularização da vaidade masculina, a qual foi, com muito pesar, lamentada por Rousseau que afirmava que essa galerinha toda não passava de afeminados, o que não deixa de ser uma verdade. Sorte do Rousseau não ter vivido a popularização e modismo que é ser afeminado nos dias de hoje (sem críticas aos homossexuais, entenderam? Só que não temos como negar que parece que todos os homens de hoje se tornaram incrivelmente afeminados).
E chegamos agora à célebre invenção do:
Exatamente! E, pasmem, foi uma invenção americana. Seus criadores eram os irmãos Kampfe. Então por que o troço se chama Gillete, e não Kampfe? Porque esses dois foram burros o suficiente para permitir que outro homem chamado King Camp Gillette popularizasse o invento através da descoberta de um espacinho para lâminas ali. E então, de humildes cinquenta unidades vendidas no seu lançamento, o produto conseguiu aumentar em cerca de seis vezes a quantidade de aparelhos vendidos após três anos. Foi mais popularizado ainda quando surgiram estudos de natureza suspeita sobre o teórico fato de a barba conseguir abrigar cerca de duzentos mil micróbios.
Atualmente, barbas compridas muito nos lembram terroristas islâmicos e, claro, o Papai Noel. Até hoje, para os Indianos o bigode é um sinal de masculinidade (é você leu direito: se não tem bigode, é um maricas!).
A respeito dos pelos pubianos, encontrei pouca coisa. Sabe-se que na Grécia antiga as mulheres costumavam arrancá-los com a mão, na falta de uma cera quente (o que não melhora muito a situação das mulheres...). Já as árabes preparavam uma gororoba com açúcar, suco de limão e água e aplicavam na região da qual desejavam retirar os pelos e extraiam algum tempo depois, quando já estava seco. Ou seja, basicamente esse troço foi o antecessor da cera.
Há quem diga que os chineses possuíam uma crença (no mínimo hilária) na qual afirmavam que o aspecto dos pelos pubianos refletiam, na realidade, na personalidade da moça. Exemplo: Pêlos negros e abundantes significavam uma personalidade forte. Pêlos espessos e cerrados, uma moça apaixonada. Pêlos dourados, uma moça bondosa e por aí vai. Cá entre nós, se isso for realmente verdade: WTF pros chineses.
Bom, a maioria dessas curiosidades eu li na revista Aventuras na História, mas outras eu achei em fóruns na internet mesmo.Espero que tenham gostado/ignorem erros de digitação ou gramaticais/ Por hoje é só!
Até sei lá quando com o próximo post, que já possui assunto, mas vou deixá-los na expectativa de saber qual 8D
Por curiosidade, é interessante citar que a galerinha da mesopotâmia costumava usar aqueles estilos de barbas trançadas, que eram comumente passadas a ferro quente, com algo que muito se assemelhava à atual chapinha.
Os romanos já eram meio revoltados com barbas e, com exceção de alguns senadores, o padrão era um rosto livre de pelos, por questões sanitárias (convenhamos pessoas, os romanos eram dez vezes mais preocupados com higiene do que os gregos, vide o desenvolvimento de sistemas de esgotos invejáveis para a época). Inclusive, foi em Roma que surgiram as primeiras barbearias e os primeiros cremes para barbear, que tinham como base o Óleo de Oliva. Só que há quem diga que houve um período que as mulheres romanas se interessaram em cultivar os pêlos que os homens muitas vezes desprezavam através do uso de ungüentos e foi necessária uma atitude proibitiva do senado sobre essa questão.
Durante a Idade Média, o inimigo (um dos milhares) da igreja era o bigode, que era visto como algo diabólico. Na verdade, o bigode, desde os gregos, era meio satirizado e considerado incrivelmente... Jeca. Só que, como na Idade Média tudo era coisa do capeta, o pobre tufo de pêlos sobre os lábios entrou na lista negra da população. E em 1447, a Inglaterra proibiu o uso dos bigodes por simbolizar duas coisinhas: vaidade e... O povo francês. O que nos remete à falta de higiene romana, e, por conseqüência, a piadinhas sobre perfumes franceses e a suposta higiene de tal povo, feitas por muitos de nós e que não precisam ser comentadas aqui.
E agora chegamos ao ponto da história que provavelmente pode ter sido o nascimento dos transexuais de hoje (Just kidding). Pelos idos do século XIX a Europa viveu uma verdadeira popularização da vaidade masculina, a qual foi, com muito pesar, lamentada por Rousseau que afirmava que essa galerinha toda não passava de afeminados, o que não deixa de ser uma verdade. Sorte do Rousseau não ter vivido a popularização e modismo que é ser afeminado nos dias de hoje (sem críticas aos homossexuais, entenderam? Só que não temos como negar que parece que todos os homens de hoje se tornaram incrivelmente afeminados).
E chegamos agora à célebre invenção do:
Exatamente! E, pasmem, foi uma invenção americana. Seus criadores eram os irmãos Kampfe. Então por que o troço se chama Gillete, e não Kampfe? Porque esses dois foram burros o suficiente para permitir que outro homem chamado King Camp Gillette popularizasse o invento através da descoberta de um espacinho para lâminas ali. E então, de humildes cinquenta unidades vendidas no seu lançamento, o produto conseguiu aumentar em cerca de seis vezes a quantidade de aparelhos vendidos após três anos. Foi mais popularizado ainda quando surgiram estudos de natureza suspeita sobre o teórico fato de a barba conseguir abrigar cerca de duzentos mil micróbios.
Atualmente, barbas compridas muito nos lembram terroristas islâmicos e, claro, o Papai Noel. Até hoje, para os Indianos o bigode é um sinal de masculinidade (é você leu direito: se não tem bigode, é um maricas!).
A respeito dos pelos pubianos, encontrei pouca coisa. Sabe-se que na Grécia antiga as mulheres costumavam arrancá-los com a mão, na falta de uma cera quente (o que não melhora muito a situação das mulheres...). Já as árabes preparavam uma gororoba com açúcar, suco de limão e água e aplicavam na região da qual desejavam retirar os pelos e extraiam algum tempo depois, quando já estava seco. Ou seja, basicamente esse troço foi o antecessor da cera.
Há quem diga que os chineses possuíam uma crença (no mínimo hilária) na qual afirmavam que o aspecto dos pelos pubianos refletiam, na realidade, na personalidade da moça. Exemplo: Pêlos negros e abundantes significavam uma personalidade forte. Pêlos espessos e cerrados, uma moça apaixonada. Pêlos dourados, uma moça bondosa e por aí vai. Cá entre nós, se isso for realmente verdade: WTF pros chineses.
Bom, a maioria dessas curiosidades eu li na revista Aventuras na História, mas outras eu achei em fóruns na internet mesmo.Espero que tenham gostado/ignorem erros de digitação ou gramaticais/ Por hoje é só!
Até sei lá quando com o próximo post, que já possui assunto, mas vou deixá-los na expectativa de saber qual 8D
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Aquela que não tem o que fazer
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Porque o Diogo definitivamente não tem mais nada pra fazer.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Um pequeno ensaio sobre aberrações virtuais
Às vezes... Não, sempre. Sempre eu imagino que o advento da internet poderia ser vetado a algumas pessoas. Pessoas sem o senso do ridículo, que insistem em se humilhar publicamente, fazer malabarismos só para chamar a atenção e alimentar seu ego e atentar nossos olhos com erros grotescos de qualquer coisa, ou fotos incrivelmente desnecessárias. As fotos desnecessárias às quais me refiro vão desde vibes em piscinas de mil litros, passam por aspirantes a mulheres da vida (aka: garotas que buscam atrair atenção de machos alfas através de fotos um tanto sugestivas) até chegarem a pessoas incapazes de comprar uma porcaria de um dicionário e aprender a escrever de um modo PELO MENOS aceitável e menos prejudicial à visão. Claro, ainda contamos com espertos acreditam que o tradutor do Google é uma verdade universal. Às vezes o negócio é tão grave, que a gente até dá um risinho nervoso, sacode um pouco a cabeça e tenta negar que aquilo exista, ou que não passe de uma brincadeira bem-humorada do sujeito. Mas, para o pânico geral, não é.
Se eu me aprofundar demais, provavelmente vão surgir contra-argumentos, no caso da tal da inclusão digital, culpando a educação. Mas sério, eu acredito que as pessoas não precisam ter o ensino médio completo para saberem o que é ridículo e o que não é. Eu mesma conheço seres que estão na universidade e cometem todas as atrocidades citadas acima. E, apesar da relatividade das coisas, não acredito que a maior parte da população diga que andar com uma calça hiper-apertada, com de estampa de onça e blusa imitação de sutiã seja algo comum e trivial. E se a gente para pra pensar, percebe como redes sociais, como o Orkut, por exemplo, contribuem para espalhar esse tipo de gente por aí.
O consolo é o fato de, graças a essas figuras, gozarmos de uma boa sessão de risadas, não?
Se eu me aprofundar demais, provavelmente vão surgir contra-argumentos, no caso da tal da inclusão digital, culpando a educação. Mas sério, eu acredito que as pessoas não precisam ter o ensino médio completo para saberem o que é ridículo e o que não é. Eu mesma conheço seres que estão na universidade e cometem todas as atrocidades citadas acima. E, apesar da relatividade das coisas, não acredito que a maior parte da população diga que andar com uma calça hiper-apertada, com de estampa de onça e blusa imitação de sutiã seja algo comum e trivial. E se a gente para pra pensar, percebe como redes sociais, como o Orkut, por exemplo, contribuem para espalhar esse tipo de gente por aí.
O consolo é o fato de, graças a essas figuras, gozarmos de uma boa sessão de risadas, não?
domingo, 26 de julho de 2009
Oi, eu sou bizarro
Ok, no mundo acontece uma série de coisas bizarras que a gente nem acredita, mesmo com todas as provas fotográficas possíveis. Ou não. Anyway, cá estava eu, procurando algumas notícias legais com as quais me distrair, quando me deparo com isso:
Chasity contou que notou que havia algo errado quando tentou desmanchar uma parte do feijão que parecia estar grudada. Mas, após a examinar com atenção, ela descobriu que era um sapo o pedaço de cor marrom que veio dentro do pacote.
Definitivamente isso está na lista das coisas mais nojentas do mundo. Quem compra feijão verde congelado não pode esperar o mínimo senão um sapo dentro do saco, porque sério... Feijão verde? É igual àquelas invenções bizarras, como açaí com leite ninho, granola, calda de morango [????]. Um nojo desnecessário. Mas, gosto é que nem cu, cada um tem o seu então que cada um encontre sua própria aberração, quer seja no saco de feijão ou no leite ninho pré-açaí. Só sei que o feijão (verde) nunca mais será o mesmo para essa mulher (reparem na cara de nojo dela!!)
Taí uma coisa que eu tenho ódio. Não, não de tubarões mortos no meio da rua. A culpa não é dele se o semáforo demorou a abrir. Eu odeio pessoas que simplesmente acreditam poder comercializar de tudo. Mesmo. Desde rins a tubarões, passando por unhas encravadas. Ganhar dinheiro não é difícil e malmente alguém precisa dessas aberrações para tal. Principalmente em Miami.
Doido, e daí? Deixem a Jiboia comer em paz. Eu, pelo menos, não gosto quando as pessoas me flagram comendo, é constrangedor!
Vou te contar, hein. Chega de bizarrices por hoje.
(Todas as bizarrices foram tiradas do G1 - Ou globo.com)
Dica, se procuram um cantor que manda bem no vocal e no violino, aconselho Alexander Rybak. Eu, pelo menos, não consigo parar de ouvir.
Americana acha sapo dentro de pacote de feijão verde congelado
A norte-americana Chasity Erbaugh levou um susto quando estava preparando o almoço para seus filhos, em Tyler, no estado do Texas (EUA). Ela encontrou um sapo congelado dentro de um pacote de feijão verde, segundo a emissora americana "KLTV".Chasity contou que notou que havia algo errado quando tentou desmanchar uma parte do feijão que parecia estar grudada. Mas, após a examinar com atenção, ela descobriu que era um sapo o pedaço de cor marrom que veio dentro do pacote.
Definitivamente isso está na lista das coisas mais nojentas do mundo. Quem compra feijão verde congelado não pode esperar o mínimo senão um sapo dentro do saco, porque sério... Feijão verde? É igual àquelas invenções bizarras, como açaí com leite ninho, granola, calda de morango [????]. Um nojo desnecessário. Mas, gosto é que nem cu, cada um tem o seu então que cada um encontre sua própria aberração, quer seja no saco de feijão ou no leite ninho pré-açaí. Só sei que o feijão (verde) nunca mais será o mesmo para essa mulher (reparem na cara de nojo dela!!)
Tubarão de quase 2 metros é encontrado no meio de avenida em Miami
Polícia abriu investigação para descobrir quem deixou o animal na pista.
Aparentemente, ele largou o tubarão após tentativas frustradas de vendê-lo.
Jiboia é flagrada devorando frango na China
Flagra aconteceu em Taizhou, na província chinesa de Jiangsu. Imagens foram divulgadas pelo jornal inglês 'Daily Telegraph'.
Vou te contar, hein. Chega de bizarrices por hoje.
(Todas as bizarrices foram tiradas do G1 - Ou globo.com)
Dica, se procuram um cantor que manda bem no vocal e no violino, aconselho Alexander Rybak. Eu, pelo menos, não consigo parar de ouvir.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Imagens - ando
O post de hoje é mais dedicado a um pouco da graça da internet. É incrível como a gente acha cada coisa mais nonsense do que a outra! Exemplo: O elemento abaixo parece muito alguém que eu conheço nas épocas áureas do pump:

Cosplay definitivamente pode não ser um hábito lá muito saudável (pelo menos pros olhos, né):

Mas pode ser algo bem fofinho também:

E pra quem gosta de lego, um esfomeado:

Ou talvez essa, proibida para menores:

E, por fim:

Não me perguntem, eu me apaixonei por esse cavalo.

Cosplay definitivamente pode não ser um hábito lá muito saudável (pelo menos pros olhos, né):

Mas pode ser algo bem fofinho também:

E pra quem gosta de lego, um esfomeado:

Ou talvez essa, proibida para menores:

E, por fim:

Não me perguntem, eu me apaixonei por esse cavalo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Listas para tentar descontrair
Pensem em um dia que tudo dá errado. Mesmo. Hoje foi um desses dias, em que as coisas parecem tão erradas que a gente tem vontade de arrancar os cabelos e perguntar “POR QUE COMIGO, MEU DEUS?”
You see, eu devo ter levantado com o pé esquerdo, só pode. Eu venho planejando uma viagem com alguns amigos há uns belos seis meses e, uma semana antes do dia D ela ameaça falhar por problemas com carona e vagas no carro. Mas então, dois dias antes, parece que tudo resolve se encaixar perfeitamente nos trinques. Tão perfeitamente, que a gente suspeita. E maldita hora pra suspeitar, hein? Faltando um dia pro dia esperado, exatamente antes do almoço, um dos meus amigos diz que a mãe mudou de ideia e não deixou mais que ele fosse. Ótimo, eu pensei. Mães são criaturas esquisitamente inconstantes e imprevisíveis, se alguém quer saber minha opinião. Mas tá, ok, comecei a trabalhar com a hipótese da ausência da pessoa e, quando resolvo me acostumar com ela, a pessoa avisa que vai. Ah, que bom, eu pensei, voltando ao plano antigo, satisfeita. Ledo engano. Cerca de duas horas depois da boa notícia, a criatura me diz que, por um ou outro motivo, não vai mais – não consta discutir as razões aqui no blog, mas elas me tiraram um pouco do sério, não, não os as razões, mas a forma de abordagem delas. De qualquer forma, a viagem foi encurtada de cinco pra três dias, com desfalque de uma pessoa e muita irritação por parte dos que restaram – pelo menos de alguma parte. Fora algumas outras mudanças de planos e imprevistos que contribuíram para o meu atual e deplorável estado de humor. Além disso, (é, tem mais), a internet ficou uma bosta o dia inteiro, com MSN indo e vindo, lentidão colossal do PC, incapacidade de jogar e problemas nas instalações das porcarias das atualizações do Windows. Guardem minhas palavras, quando eu for rica, um Mac eu possuirei. A minha forma de extravasar a raiva, uma delas, o jogo, por conta dessa internet (oi, além da Microsoft, eu também odeio a Velox) foi pro esgoto e mais me irritou do que acalmou. Estando eu com a cabeça a mil, resolvi desabafar no blog, porque, afinal, pra isso que ele serve! Ah, saibam que a internet caiu nesse minuto, quando eu escrevia o post. Felizmente, eu o faço primeiramente no Word, pra evitar surpresinhas como essa. Mas adeus, download.
Agora, um viva ao meu inferno astral fora de época! E espero mesmo que essa tal viagem dê certo no final. E agora, algumas listas pra vocês (porque eu precisava mesmo esfriar a cabecinha):
10 coisas das quais eu tenho medo:
1. Sapos, rãs, anfíbios em geral
2. Fãs psicóticos de Harry Potter
3. Visual Keis
4. Fãs psicóticos de “O Teatro Mágico”
5. Mendigos
6. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
7. Filmes de terror
8. Pessoas pulando em cima de mim
9. Minha mãe de mau-humor
10. Inclusão Digital
10 coisas que me fazem rir muito
1. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
2. Meu namorado fazendo caretas (não, peraí... Dessa eu tenho medo)
3. Cócegas
4. Lucas Heitmann
5. Charlie, The Unicorn
6. Pitís
7. Piadas nerds
8. Espontaneidade fotográfica
9. Emoticons do Dieta
10. Pessoas de Quarentena por causa da Gripe Suína
Mais algumas coisas completamente nonsense.
1. Políticos falando sobre defender sua ética
2. Pedreiro falando sobre ética
3. Isaac Newton
4. Unicórnios azul e rosa (psicóticos) do Charlie
5. Meu namorado pulando na cama [?]
6. Político honesto
7. Eu assistindo Jogos Mortais I,II,III, IV, V...XVII.
8. Animações com animais
9. Livro sobre fezes da Giovanna
10. Haron tirando dez em redação (Ê XD)
As listas acima foram feitas com fins meramente informativos e não pretendiam ofender quaisquer pessoas, filmes, unicórnios ou políticos. Não, os políticos sim. Listas sujeitas a futuras mudanças. Ou não.
You see, eu devo ter levantado com o pé esquerdo, só pode. Eu venho planejando uma viagem com alguns amigos há uns belos seis meses e, uma semana antes do dia D ela ameaça falhar por problemas com carona e vagas no carro. Mas então, dois dias antes, parece que tudo resolve se encaixar perfeitamente nos trinques. Tão perfeitamente, que a gente suspeita. E maldita hora pra suspeitar, hein? Faltando um dia pro dia esperado, exatamente antes do almoço, um dos meus amigos diz que a mãe mudou de ideia e não deixou mais que ele fosse. Ótimo, eu pensei. Mães são criaturas esquisitamente inconstantes e imprevisíveis, se alguém quer saber minha opinião. Mas tá, ok, comecei a trabalhar com a hipótese da ausência da pessoa e, quando resolvo me acostumar com ela, a pessoa avisa que vai. Ah, que bom, eu pensei, voltando ao plano antigo, satisfeita. Ledo engano. Cerca de duas horas depois da boa notícia, a criatura me diz que, por um ou outro motivo, não vai mais – não consta discutir as razões aqui no blog, mas elas me tiraram um pouco do sério, não, não os as razões, mas a forma de abordagem delas. De qualquer forma, a viagem foi encurtada de cinco pra três dias, com desfalque de uma pessoa e muita irritação por parte dos que restaram – pelo menos de alguma parte. Fora algumas outras mudanças de planos e imprevistos que contribuíram para o meu atual e deplorável estado de humor. Além disso, (é, tem mais), a internet ficou uma bosta o dia inteiro, com MSN indo e vindo, lentidão colossal do PC, incapacidade de jogar e problemas nas instalações das porcarias das atualizações do Windows. Guardem minhas palavras, quando eu for rica, um Mac eu possuirei. A minha forma de extravasar a raiva, uma delas, o jogo, por conta dessa internet (oi, além da Microsoft, eu também odeio a Velox) foi pro esgoto e mais me irritou do que acalmou. Estando eu com a cabeça a mil, resolvi desabafar no blog, porque, afinal, pra isso que ele serve! Ah, saibam que a internet caiu nesse minuto, quando eu escrevia o post. Felizmente, eu o faço primeiramente no Word, pra evitar surpresinhas como essa. Mas adeus, download.
Agora, um viva ao meu inferno astral fora de época! E espero mesmo que essa tal viagem dê certo no final. E agora, algumas listas pra vocês (porque eu precisava mesmo esfriar a cabecinha):
10 coisas das quais eu tenho medo:
1. Sapos, rãs, anfíbios em geral
2. Fãs psicóticos de Harry Potter
3. Visual Keis
4. Fãs psicóticos de “O Teatro Mágico”
5. Mendigos
6. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
7. Filmes de terror
8. Pessoas pulando em cima de mim
9. Minha mãe de mau-humor
10. Inclusão Digital
10 coisas que me fazem rir muito
1. Daniel Radcliffe tentando forçar choro
2. Meu namorado fazendo caretas (não, peraí... Dessa eu tenho medo)
3. Cócegas
4. Lucas Heitmann
5. Charlie, The Unicorn
6. Pitís
7. Piadas nerds
8. Espontaneidade fotográfica
9. Emoticons do Dieta
10. Pessoas de Quarentena por causa da Gripe Suína
Mais algumas coisas completamente nonsense.
1. Políticos falando sobre defender sua ética
2. Pedreiro falando sobre ética
3. Isaac Newton
4. Unicórnios azul e rosa (psicóticos) do Charlie
5. Meu namorado pulando na cama [?]
6. Político honesto
7. Eu assistindo Jogos Mortais I,II,III, IV, V...XVII.
8. Animações com animais
9. Livro sobre fezes da Giovanna
10. Haron tirando dez em redação (Ê XD)
As listas acima foram feitas com fins meramente informativos e não pretendiam ofender quaisquer pessoas, filmes, unicórnios ou políticos. Não, os políticos sim. Listas sujeitas a futuras mudanças. Ou não.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Igualdade, sinceridade e outros 'is'
Duas coisas muito me irritam e em uma eu não acredito. As duas coisas são: pessoas com o prazer de ignorar as outras, sinceridade demais. E eu não acredito em igualdade. Por quê?
Começando a responder pelos motivos que me levam a ficar irritada. Com certeza ninguém gosta de falar com alguém e não obter resposta ou, na melhor das hipóteses, conseguir um simples grunhido mal-educado ou um olhar gélido. Sério. Se as pessoas têm problemas com quem quer que seja, seria muito bom se afastar, mas, em caso de possível encontro e possíveis trocas de bom dia, boa tarde ou boa noite, exercer o pouco de educação que deve ter tido em casa, afinal, a não ser que o ser seja mudo, ele tem a capacidade de falar. Quando me refiro a ignorar, trato o assunto nesse contexto, porque você estar conversando com alguém que simplesmente está conversando com outra pessoa e, por acaso não lhe escutou, não é ignorar. É vácuo mesmo. Quanto ao outro fator de irritação, passível de arrancamento de cabelos e o mais terrível e típico de filmes de horror, a sinceridade demais, cara, ela fede. Como qualquer animal sociável comum, eu prezo uma boa dose de sinceridade a ponto de a pessoa conseguir não ser falsa com as outras. Só que existem animais, há pessoas que não receberam o mínimo necessário de noção, que acham que podem simplesmente sair dizendo sua opinião para os outros e se martirizam por isso. Como se alguém fosse querer saber dos detalhes do ponto de vista de outrem, principalmente quando são desfavoráveis e ofensivos. Eu abomino, corro, me escondo de pessoas sinceras ao extremo. Daquele tipo de gente que, se por acaso você está conversando com sujeito A e resolve perguntar como está seu cabelo, essa pessoa chega e diz, como se a pergunta lhe fosse dirigida, que está uma merda e pergunta se você não conhece uma coisa chamada salão de beleza. Sério, eu não devo ser a única que não conseguiria ser amiga de um sujeitinho desses. Algumas verdades, por questões de boa convivência, podem ser ditas em outras ocasiões, em vez de sempre que vem à sua cabeça. Sinceridade demais, creio eu, é um sinal de má educação sim, claro, dependendo do contexto. E não, eu sou a última mortal que apóia a hipocrisia e a omissão de fatos. Só acredito que algumas coisas podem nunca serem ditas ou guardadas para mais tarde. E pronto.
Terceiro e último ponto: a igualdade. Queridos, igualdade é uma utopia. Um conto de fadas. Não existe. Acreditem em mim, eu sou otimista quanto a isso. E sim, eu acredito que possa existir uma sociedade agradável a todos, mas não com igualdade. Nem sociedades indígenas possuíam a plena igualdade (pajé e cacique que os digam). O que pode tornar a sociedade agradável e feliz é a equivalência. Sim. Os ricos, os pobres e os ‘classe média’ jamais deixarão de existir. Sempre haverá alguém mais rico e mais pobre que você. Mas pode existir o menos rico, o menos pobre e o classe média (é, classe média, se contente em estar no meio). Até na Suíça e em outros países com alto IDH existem pessoas com problemas financeiros, claro que nada comparáveis as Índia e África da vida. Porque lá nesses países de invejável qualidade de vida existe a equivalência. A igualdade simplesmente não combina com a natureza humana (infelizmente, ou não). Mas nada o impede de desgrudar a bundinha dessa cadeira, cama ou onde quer que você esteja sentado, sair daí e ajudar alguém que precisa. Pode ser um tio, um primo ou um morador de rua. Pode ser um animalzinho, uma criança ou um adulto. Afinal, a não ser que você seja psicopata (ler Mentes Perigosas para descobrir a definição), você tem a capacidade de se compadecer com a situação alheia. Trabalhemos pela equivalência, sim?
Bla bla bla a parte, as férias me trouxeram algumas boas coisas, entre elas, o fato de finalmente eu conseguir ler dois livros em duas semanas e não em um mês como eu preguiçosamente vinha fazendo. Para alguém que não viaja, não por causa da Gripe Suína (to fodendo pra Gripe Suína, eu não deixaria de viajar por ela. A Gripe comum mata muito mais gente há muito mais tempo, falomermo) e sim por causa da Crise Econômica (sim, culpe sempre a crise) ler é um bom remédio (jogar no computador também *sinal de positivo com o dedo*). E, embora a minha mãe ande meio emburrada com a minha leviandade e mania de ficar saindo quase todos os dias, é o que eu posso fazer para me divertir se não estou tirando fotinhos na Disney, São Paulo, Beach Park, Salinas ou Muro de Berlim. Ignorem o fato de o comentário ter saído excessivamente elitista (ou não).
Pronto, escrevi. Tchau pros que ficam.
Começando a responder pelos motivos que me levam a ficar irritada. Com certeza ninguém gosta de falar com alguém e não obter resposta ou, na melhor das hipóteses, conseguir um simples grunhido mal-educado ou um olhar gélido. Sério. Se as pessoas têm problemas com quem quer que seja, seria muito bom se afastar, mas, em caso de possível encontro e possíveis trocas de bom dia, boa tarde ou boa noite, exercer o pouco de educação que deve ter tido em casa, afinal, a não ser que o ser seja mudo, ele tem a capacidade de falar. Quando me refiro a ignorar, trato o assunto nesse contexto, porque você estar conversando com alguém que simplesmente está conversando com outra pessoa e, por acaso não lhe escutou, não é ignorar. É vácuo mesmo. Quanto ao outro fator de irritação, passível de arrancamento de cabelos e o mais terrível e típico de filmes de horror, a sinceridade demais, cara, ela fede. Como qualquer animal sociável comum, eu prezo uma boa dose de sinceridade a ponto de a pessoa conseguir não ser falsa com as outras. Só que existem animais, há pessoas que não receberam o mínimo necessário de noção, que acham que podem simplesmente sair dizendo sua opinião para os outros e se martirizam por isso. Como se alguém fosse querer saber dos detalhes do ponto de vista de outrem, principalmente quando são desfavoráveis e ofensivos. Eu abomino, corro, me escondo de pessoas sinceras ao extremo. Daquele tipo de gente que, se por acaso você está conversando com sujeito A e resolve perguntar como está seu cabelo, essa pessoa chega e diz, como se a pergunta lhe fosse dirigida, que está uma merda e pergunta se você não conhece uma coisa chamada salão de beleza. Sério, eu não devo ser a única que não conseguiria ser amiga de um sujeitinho desses. Algumas verdades, por questões de boa convivência, podem ser ditas em outras ocasiões, em vez de sempre que vem à sua cabeça. Sinceridade demais, creio eu, é um sinal de má educação sim, claro, dependendo do contexto. E não, eu sou a última mortal que apóia a hipocrisia e a omissão de fatos. Só acredito que algumas coisas podem nunca serem ditas ou guardadas para mais tarde. E pronto.
Terceiro e último ponto: a igualdade. Queridos, igualdade é uma utopia. Um conto de fadas. Não existe. Acreditem em mim, eu sou otimista quanto a isso. E sim, eu acredito que possa existir uma sociedade agradável a todos, mas não com igualdade. Nem sociedades indígenas possuíam a plena igualdade (pajé e cacique que os digam). O que pode tornar a sociedade agradável e feliz é a equivalência. Sim. Os ricos, os pobres e os ‘classe média’ jamais deixarão de existir. Sempre haverá alguém mais rico e mais pobre que você. Mas pode existir o menos rico, o menos pobre e o classe média (é, classe média, se contente em estar no meio). Até na Suíça e em outros países com alto IDH existem pessoas com problemas financeiros, claro que nada comparáveis as Índia e África da vida. Porque lá nesses países de invejável qualidade de vida existe a equivalência. A igualdade simplesmente não combina com a natureza humana (infelizmente, ou não). Mas nada o impede de desgrudar a bundinha dessa cadeira, cama ou onde quer que você esteja sentado, sair daí e ajudar alguém que precisa. Pode ser um tio, um primo ou um morador de rua. Pode ser um animalzinho, uma criança ou um adulto. Afinal, a não ser que você seja psicopata (ler Mentes Perigosas para descobrir a definição), você tem a capacidade de se compadecer com a situação alheia. Trabalhemos pela equivalência, sim?
Bla bla bla a parte, as férias me trouxeram algumas boas coisas, entre elas, o fato de finalmente eu conseguir ler dois livros em duas semanas e não em um mês como eu preguiçosamente vinha fazendo. Para alguém que não viaja, não por causa da Gripe Suína (to fodendo pra Gripe Suína, eu não deixaria de viajar por ela. A Gripe comum mata muito mais gente há muito mais tempo, falomermo) e sim por causa da Crise Econômica (sim, culpe sempre a crise) ler é um bom remédio (jogar no computador também *sinal de positivo com o dedo*). E, embora a minha mãe ande meio emburrada com a minha leviandade e mania de ficar saindo quase todos os dias, é o que eu posso fazer para me divertir se não estou tirando fotinhos na Disney, São Paulo, Beach Park, Salinas ou Muro de Berlim. Ignorem o fato de o comentário ter saído excessivamente elitista (ou não).
Pronto, escrevi. Tchau pros que ficam.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Filme que mata
Às vezes, sem nada pra fazer, eu me pergunto o que leva as pessoas a gastarem dinheiro fazendo um filme com o que eu acabei de assistir na sessão da tarde. Não, sério. Que porcaria foi aquela? Eu peguei o troço já no final, mas pude registrar o seguinte: o tal do irmão mais velho virou um cachorro por algum motivo sobre-humano e por algum motivo mais interplanetário ainda, todo mundo sabia e encarava o fato com um sorriso estampado na cara, junto com o irmão mais novo tinham que tirar o pai da prisão porque ele foi acusado injustamente de roubar alguma jóia preciosa. O canastrão que causou toda a cagada era um sujeito loiro, magro, com uma cara de professor universitário. O menino-cachorro não passava de um HOMEM numa roupa de cachorro tosquíssima. Outros fatos: o cachorro fala [??????], dirige [???????????????], segura as pernas do vilão com as patas [???????????????] e outras bizarrices aleatórias. Agora, alguém me responda: Não seria muito mais útil aplicar esse dinheiro na bolsa de valores, doar a uma instituição de caridade, construir um hospital, praça pública e afins, do que gastar tempo e suor em um filme HORRÍVEL e profundamente ofensivo ao bom senso quanto esse? E qual é o problema da globo em passar uma titica dessas? Prefiro mil vezes que eles reprisem pela enésima vez “A lagoa azul” do que isso, sério. Outro filme que me matou foi um que tinha um casal que ia mergulhar e terminou comido por tubarões. Uma merda de primeira, diga-se de passagem.
Mudando um pouco de assunto, comecei a ler os livros que ganhei de presente de aniversário. O livro, quero dizer. Um por um, sempre. O primeiro da fila foi Mentes perigosas, sobre psicopatas e afins. Um dos meus hobbys é pesquisar sobre sociopatia (não, não estudo Psicologia). Como é um livro pequeno e pretendo terminá-lo amanhã mesmo, começarei, em seguida, um livro sobre Hitler que ganhei de uma amiga. Tem uns dez na lista de espera, então tenho esperanças de que essas férias sejam produtivas quanto a isso. Também quero começar a exercitar um pouco minha memória, ela anda deprimente mesmo.
Sobre as notícias dos últimos dias, bem, meu cosplay saiu um sucesso para o que eu pretendia e me satisfez bastante. Eventos de anime, apesar de serem locais calorentos, repletos de pessoas estranhas e medonhas, são locais que eu adoro frequentar desde meus onze anos de idade. Apesar de tudo, ainda não perdi o medo dos Visual Keis. Sério, eu tenho medo.
Deixo-os por aqui, mortais. Agora que estou com uma internet digna, tenho mais coisas úteis e emocionantes a fazer. Bom final de tarde quase noite pra quem lê isso.
Mudando um pouco de assunto, comecei a ler os livros que ganhei de presente de aniversário. O livro, quero dizer. Um por um, sempre. O primeiro da fila foi Mentes perigosas, sobre psicopatas e afins. Um dos meus hobbys é pesquisar sobre sociopatia (não, não estudo Psicologia). Como é um livro pequeno e pretendo terminá-lo amanhã mesmo, começarei, em seguida, um livro sobre Hitler que ganhei de uma amiga. Tem uns dez na lista de espera, então tenho esperanças de que essas férias sejam produtivas quanto a isso. Também quero começar a exercitar um pouco minha memória, ela anda deprimente mesmo.
Sobre as notícias dos últimos dias, bem, meu cosplay saiu um sucesso para o que eu pretendia e me satisfez bastante. Eventos de anime, apesar de serem locais calorentos, repletos de pessoas estranhas e medonhas, são locais que eu adoro frequentar desde meus onze anos de idade. Apesar de tudo, ainda não perdi o medo dos Visual Keis. Sério, eu tenho medo.
Deixo-os por aqui, mortais. Agora que estou com uma internet digna, tenho mais coisas úteis e emocionantes a fazer. Bom final de tarde quase noite pra quem lê isso.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Aniversário e manchetes da semana
A chegada das férias é algo comemorado. Pelo menos em seu início. Por mim, trata-se de um evento comemorado durante toda sua duração e eu o valorizo muito sim senhor. Simplesmente tenho o que fazer mesmo que não viaje pra canto algum, sem responsabilidades e sem outras preocupações. Talvez essas sejam minhas últimas férias incluídas em tal contexto e dimensão de vagabundagem, pois todos precisam criar o tal do juízo um dia. Em estilo de redação “Minhas férias” trago com exclusividade um pequeno relato sobre meus primeiros últimos dias de puro ócio.
Minhas atividades incluem, não necessariamente nessa ordem, dormir pela noite (não, não troco o dia pela noite), ler alguma coisa, escrever o que me der na telha, perturbar meu namorado, perturbar meus pais e amigos e ser perturbada por eles, nada, afazeres domésticos, pesquisas sem fundamento, sonhar com um piano e conversar com meus animais. Mais recentemente, juntaram-se à lista, atividades potencialmente perigosas, como enfiar a mão através de uma janela de vidro, por exemplo. Agora mesmo estou olhado com desdém para o meu novo coleguinha com sangue coagulado na mão. A cena toda foi patética, no mínimo. Com o céu despencando lá fora e a grande porta de vidro aberta, a potencialmente desesperada criança aqui foi vítima do acidente, onde sua mão deslizou para o vidro e o quebrou por conta da força que exercia. Claro, depois de uns quantos gritos de seus acompanhantes, uma mão ensangüentada, um corredor sujo e algumas assepsias, as coisas parecem se ajeitar, apesar de a minha mão esquerda ainda estar parcialmente inválida.
Esquecendo um pouco o acidente e comentando sobre duas coisas que me fazem roer as unhas de ansiedade: meu vício (por certo) infantil de usar fantasias de personagens de animes será alimentado por um bom evento no final de semana e a comemoração do meu aniversário, que será na sexta-feira. Tanto para um, quanto para outro, eu estou bastante ansiosa, por mais que possa não parecer para quem me ver.
A única idade pela qual realmente esperei com alguma esperança foram os dezoito anos. Longe da pobreza de espírito de possuir orgulho e inflar o peito e anunciar “sou uma princesa, fiz quinze anos”, o prazer que se tem em inflar o peito e dizer “porra, sou maior de idade e posso quase tudo!” É indescritível. Talvez aos olhos de alguém mais velho soe como um sonho infantil, que por certo o é, mas nem por isso perde sua cota de importância. Nos dezoito anos há um marco concreto e não-ilusório como o criado para as princesas que acabam de completar seus quinze aninhos. Com dezoito anos eu já respondo legalmente pelos meus atos. Em teoria, eu já posso ingerir bebidas alcoólicas, fumar, ser presa, entrar em motéis, entrar em casas noturnas e bares, alugar e comprar DVDs pornôs, dirigir e outras coisas boas ou más do mundo adulto. Na prática, eu faço questão de explicitar que em muitas dessas situações eu prefiro não me envolver (nem quero). Talvez, mais do que dezoito, eu aguarde apenas os vinte e um, onde estarei do auge da vitalidade e teórica liberdade (como se pode perceber, eu me contento apenas com a teoria). Para completar o marco especial que os meus dezoito anos representam para mim, ganhei minha primeira ‘festa’ surpresa. Não foi exatamente uma festa, mas foi algo muito melhor do que uma, pois quase (porque faltaram algumas poucas) todas as pessoas mais importantes para mim me deram a honra de sua presença quando meu cabelo ainda não passava de uma porrinha amassada e meu único traje se limitava a uma camisola azul com o alfabeto estampado nela. Orgulhosa por ter estragado o plano deles de me acordar – porque note, eu acordo realmente cedo – Desfrutei (em teoria, porque eu fui quem menos comeu. Não tenho fome nenhuma pela manhã) de um desjejum com eles. Já não bastasse a importância do fato e do dia, tive um felizardo amigo que passou no vestibular, para completar a cota. Eu nunca fui de separar meus dias entre o melhor e o pior, mas decerto, não posso negar que esse está entre os melhores.
E que muitos outros venham, ao lado dos meus especiais.
Minhas atividades incluem, não necessariamente nessa ordem, dormir pela noite (não, não troco o dia pela noite), ler alguma coisa, escrever o que me der na telha, perturbar meu namorado, perturbar meus pais e amigos e ser perturbada por eles, nada, afazeres domésticos, pesquisas sem fundamento, sonhar com um piano e conversar com meus animais. Mais recentemente, juntaram-se à lista, atividades potencialmente perigosas, como enfiar a mão através de uma janela de vidro, por exemplo. Agora mesmo estou olhado com desdém para o meu novo coleguinha com sangue coagulado na mão. A cena toda foi patética, no mínimo. Com o céu despencando lá fora e a grande porta de vidro aberta, a potencialmente desesperada criança aqui foi vítima do acidente, onde sua mão deslizou para o vidro e o quebrou por conta da força que exercia. Claro, depois de uns quantos gritos de seus acompanhantes, uma mão ensangüentada, um corredor sujo e algumas assepsias, as coisas parecem se ajeitar, apesar de a minha mão esquerda ainda estar parcialmente inválida.
Esquecendo um pouco o acidente e comentando sobre duas coisas que me fazem roer as unhas de ansiedade: meu vício (por certo) infantil de usar fantasias de personagens de animes será alimentado por um bom evento no final de semana e a comemoração do meu aniversário, que será na sexta-feira. Tanto para um, quanto para outro, eu estou bastante ansiosa, por mais que possa não parecer para quem me ver.
A única idade pela qual realmente esperei com alguma esperança foram os dezoito anos. Longe da pobreza de espírito de possuir orgulho e inflar o peito e anunciar “sou uma princesa, fiz quinze anos”, o prazer que se tem em inflar o peito e dizer “porra, sou maior de idade e posso quase tudo!” É indescritível. Talvez aos olhos de alguém mais velho soe como um sonho infantil, que por certo o é, mas nem por isso perde sua cota de importância. Nos dezoito anos há um marco concreto e não-ilusório como o criado para as princesas que acabam de completar seus quinze aninhos. Com dezoito anos eu já respondo legalmente pelos meus atos. Em teoria, eu já posso ingerir bebidas alcoólicas, fumar, ser presa, entrar em motéis, entrar em casas noturnas e bares, alugar e comprar DVDs pornôs, dirigir e outras coisas boas ou más do mundo adulto. Na prática, eu faço questão de explicitar que em muitas dessas situações eu prefiro não me envolver (nem quero). Talvez, mais do que dezoito, eu aguarde apenas os vinte e um, onde estarei do auge da vitalidade e teórica liberdade (como se pode perceber, eu me contento apenas com a teoria). Para completar o marco especial que os meus dezoito anos representam para mim, ganhei minha primeira ‘festa’ surpresa. Não foi exatamente uma festa, mas foi algo muito melhor do que uma, pois quase (porque faltaram algumas poucas) todas as pessoas mais importantes para mim me deram a honra de sua presença quando meu cabelo ainda não passava de uma porrinha amassada e meu único traje se limitava a uma camisola azul com o alfabeto estampado nela. Orgulhosa por ter estragado o plano deles de me acordar – porque note, eu acordo realmente cedo – Desfrutei (em teoria, porque eu fui quem menos comeu. Não tenho fome nenhuma pela manhã) de um desjejum com eles. Já não bastasse a importância do fato e do dia, tive um felizardo amigo que passou no vestibular, para completar a cota. Eu nunca fui de separar meus dias entre o melhor e o pior, mas decerto, não posso negar que esse está entre os melhores.
E que muitos outros venham, ao lado dos meus especiais.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Mínima de 25, máxima de 32.
Como todo ser humano normal, eu preciso de alguma irrelevância que me tire do sério. A previsão do tempo é algo pelo qual sempre me interessei, apesar de ser uma coisa completamente randômica e imprecisa. E ela me tira do sério. Sério. No Brasil, acho que as pessoas não valorizam, nem dão atenção à previsão do tempo como, por exemplo, nos Estados Unidos (acreditem, quando vou lá, o único canal de TV que tenho prazer em assistir é o Weather Channel). Eis uma previsão do tempo que faz com que eu discuta com o apresentador cada vez que ele fala alguma merda provável dele: a da Gobo. Já não bastasse ter seus jornais exclusivamente dedicados para madames de classe média alta da região sudeste (mais especificamente São Paulo), ainda me vem com uma previsão do tempo precária. Pelo menos para o local que eu moro. Tenho uma teoria em que eles simplesmente pegam temperaturas aleatórias e atiram ali naquele ponto superior do mapa, conhecido como Amazônia (e, não bastasse a repressão climática vinda de baixo, a daqui nem se fala). Um exemplo é sempre e sempre afirmar que há inverno em locais próximos à linha do equador. Gente, N-Ã-O há. Os únicos aqui que andam com blusa de manga comprida são pessoas muito friorentas, dentro de locais que contenham condicionadores de ar (vulgo ar condicionado). A temperatura (sem contar com a presença de condicionadores de ar) mais baixa que já presenciei aqui foi vinte e um graus, com muita chuva, em uma madrugada. E olhem que eu sou um dos friorentos citados acima. Aí me vem um meteorologista renomado (ou não) e me diz que as temperaturas irão cair, pois estamos em pleno inverno. Estamos envolveria todo o Brasil. Eu sei muito bem que há invernos invejáveis lá pra baixo, mas querer unificar tudo (desde fuso horário, até clima) ou é complô com o governo, ou preguicite aguda de dar mais informações. Um sulista que se atrever a passar três dias por aqui em pleno mês de Julho vai pensar “que merda de inverno é essa?” e quando ouvir a âncora do telejornal local dizer “o verão chegou com tudo” vai pensar que estamos louquinhos. Geralmente, nas áreas próximas ao equador, existem duas épocas do ano (vide, a seguinte frase é um clichê muito ultrapassado): o período em que chove mais e o período em que chove menos. Graças ao aquecimento global, o último se tornou o período em que quase não chove, ou simplesmente o período em que não chove. Sendo o Brasil enorme e repleto das mais diversas disparidades, é ignorância querer dedicar meia hora para um jornal considerado nacional que mais informa sobre a vida no Estado de São Paulo (e, às vezes, no Rio) e três minutos para uma previsão do tempo (nem por isso, que tenha esse tempo, mas que as pessoas dêem um pouco mais de detalhes, considerando que a maioria dos brasileiros se guia pela TV para se manter “informada”).
Tá certo. É besteira discutir por isso, é falta de assunto e do que fazer. Mas por conta desse e de outros pormenores que eu chego a Porto Alegre, São Paulo ou Rio e ouço um animal me perguntar se o Pará fica no Nordeste (claro que ainda não vi nenhum perguntar se o Amazonas fica, porque senão eu já teria me mandado pro Canadá há muitos séculos) – E não pensem que são pessoas de pouca instrução que me perguntam essa abominação não. E é tanta hipocrisia nessa história que, mesmo me ignorando aqui em cima, ouço discursos de donas de casa de classe média alta sobre a defesa da Amazônia em relação aos estrangeiros.
RÁ. Faça-me rir.
Então está explicado porque cada vez que a tia da previsão diz que as máximas de Julho no norte/nordeste serão trinta e dois graus (assim como as máximas de Janeiro, Fevereiro, Março... Já viram que não mudam?) eu lanço um olhar de profundo desprezo para a TV e olho de relance para os quarenta graus do termômetro da geladeira.
E, para terminar, algo que não tem nada a ver com o assunto acima: mais um teste inútil que encontrei para fazer, dessa vez, da minha querida Jane Austen.
(Eu preferia a Fanny Prince, mas tudo bem)
Tá certo. É besteira discutir por isso, é falta de assunto e do que fazer. Mas por conta desse e de outros pormenores que eu chego a Porto Alegre, São Paulo ou Rio e ouço um animal me perguntar se o Pará fica no Nordeste (claro que ainda não vi nenhum perguntar se o Amazonas fica, porque senão eu já teria me mandado pro Canadá há muitos séculos) – E não pensem que são pessoas de pouca instrução que me perguntam essa abominação não. E é tanta hipocrisia nessa história que, mesmo me ignorando aqui em cima, ouço discursos de donas de casa de classe média alta sobre a defesa da Amazônia em relação aos estrangeiros.
RÁ. Faça-me rir.
Então está explicado porque cada vez que a tia da previsão diz que as máximas de Julho no norte/nordeste serão trinta e dois graus (assim como as máximas de Janeiro, Fevereiro, Março... Já viram que não mudam?) eu lanço um olhar de profundo desprezo para a TV e olho de relance para os quarenta graus do termômetro da geladeira.
E, para terminar, algo que não tem nada a ver com o assunto acima: mais um teste inútil que encontrei para fazer, dessa vez, da minha querida Jane Austen.
(Eu preferia a Fanny Prince, mas tudo bem)
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
Passe adiante
Ok, semana passada eu estava no supermercado com minha mãe e ela me pediu para escolher alguns limões para ela. Só que eu escolhendo limão é uma ação com duração semelhante a um caracol em corrida de duzentos metros. E digamos que gastei bons minutos ali, analisando aquelas coisas verde-amareladas irritantes e azedinhas. Enquanto eu me concentrava em minha missão, vários seres passavam por mim, escolhendo seus limões com mais sucesso do que eu, até um cara com seus quarenta ou cinqüenta anos de idade parar ao meu lado e resolver que queria conversar. Eu não prestei muita atenção no que ele falou na verdade, me concentrei mais em pensar porque diabos o cara se mobilizou para puxar conversa comigo como se eu fosse uma amiga íntima dele. Logo eu, que sou um saco para dar confiança às pessoas. Eu sempre fiquei em cima do muro quanto a essa característica típica de algumas pessoas. Por um lado eu acho legal da parte delas puxar conversa quando a coisa está chata – conheci muita gente legal assim. Por outro, eu acho um saco. A pessoa acaba te obrigando a falar com ela, mesmo que você esteja sem o mínimo saco para isso e só a olhe gelidamente, perguntando quem é essa criatura para lhe dirigir a palavra. Pior do que isso é pedreiro. Mais da metade dessas criaturas são baixas e nojentas. Não falo por preconceito, nem por nada assim, mas eu, como mulher, não gostaria de assobios e cantadas vindos do meu próprio namorado, imagina desse tipo de gente que nem conheço. E não me limito apenas aos pedreiros e afins. Concluí o terceiro ano há pouco tempo e lembro muito bem que passei o ensino médio inteiro vendo palhaçada de jovens desocupados de classe média provocando as meninas quando elas resolviam se levantar para ir ao banheiro. É um ato que causa a vontade de gritar “VAI ASSOBIAR PRO CU DA TUA MÃE E ME DEIXA EM PAZ, PORRA”. Parece que quanto mais a sociedade se diz avançar, menos educação as pessoas parecem ter. Não, educação não é o termo apropriado. O termo é respeito. Não se respeita mais mãe, pai, avô, avó, irmão, irmão, namorada, amiga, e uma infinidade de pessoas. O respeito é uma característica essencial, valorizada em um período onde o perfil politicamente correto, mesmo que se tratasse de uma fachada, era o principal. Hoje, parece que a moda é ser politicamente incorreto e algumas pessoas fazem questão de anunciar publicamente que o são. Só que o politicamente incorreto desses seres me remete ao ‘mau’ do playboy: uma mera maneira de chamar a atenção de alguém para a insignificância do ser. E, desde o cara que puxou assunto no supermercado, passando pelo pedreiro galante até o moleque de dezessete anos sem vergonha na cara, quem me garante que as ações dessas pessoas não tiveram essa finalidade? Afinal, o ser humano valoriza e muito ser o centro das atenções.
Longe de mim me excluir desse grupo. Ele engloba todo mundo, por mais que você ache que não. Como dizia Einstein “Tudo é relativo”, inclusive nossa opinião (mas ele se esqueceu de dizer que uma boa convivência precisa de mais do que mera relatividade)
Longe de mim me excluir desse grupo. Ele engloba todo mundo, por mais que você ache que não. Como dizia Einstein “Tudo é relativo”, inclusive nossa opinião (mas ele se esqueceu de dizer que uma boa convivência precisa de mais do que mera relatividade)
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respeito
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Oi, criançada!
Bom, contando nos meus dedos e nos de mais algumas pessoas, esse deve ser meu décimo quinto ou décimo sexto blog, desde meus hm... Treze anos de idade. Até que está aceitável, considerando que eu já possuí no período áureo da vida blogueira três bombásticos e populares blogs que falavam de nada para ninguém e um que falava de alguma coisa irrelevante para muita gente. Mas, para ser sincera, eu acho que blog acrescenta. E muito. Graças aos meus ‘mais de uma década’ blogs eu melhorei no quesito escrita e consegui muitas notas bonitas em redação e português sem contar que fiz bons contatos, mantinha-me informada acerca de muita coisa e, não menos importante, aprendi por conta própria (pasmem, um animal de treze anos possui tal capacidade sim) a trabalhar com Photoshop, html, php e FTP, quase atingindo o nível Java da coisa, mas infelizmente meu gás acabou antes disso. E não posso omitir que, graças aos blogs, me tornei uma viciada em internet, como diz um ou outro Jornal da Globo em sua mensal reportagem sobre esse tipo de gente (haha, pasme, eu!). Embora, apesar disso, eu mantenha meus relacionamentos muito bem, obrigado. A questão é que eu descobri que não consigo passar muito tempo sem meus queridos meios de expressão como nada ou ninguém e, invariavelmente, me vejo obrigada a recriar um cada vez que excluo ou esqueço outro. É automaticamente compulsivo da minha parte (não que eu me importe realmente... Eu não me importo). E esse é o caso dessa criança aqui que mais uma vez ficará na promessa de dar certo ou pelo menos durar, no mínimo, míseros seis meses na ativa. Já consegui manter um por três anos, o que implica dizer que milagres acontecem sim.
É só ajoelhar e rezar.
(Ah, sobre o nome... Bom, quase todos os outros que eu tentei estavam indisponíveis, então eu olhei para a primeira coisa à minha frente, que era um pacote de grampos 26/6 e joguei isso mesmo).
Uma amiga me passou um teste interessante, o resultado não poderia ser melhor para uma amante do piano.

Faça você também Que
gênio-louco é você?
Incompreendido, incompreendido.
É só ajoelhar e rezar.
(Ah, sobre o nome... Bom, quase todos os outros que eu tentei estavam indisponíveis, então eu olhei para a primeira coisa à minha frente, que era um pacote de grampos 26/6 e joguei isso mesmo).
Uma amiga me passou um teste interessante, o resultado não poderia ser melhor para uma amante do piano.
Faça você também Que
gênio-louco é você?
Incompreendido, incompreendido.
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