Às vezes, sem nada pra fazer, eu me pergunto o que leva as pessoas a gastarem dinheiro fazendo um filme com o que eu acabei de assistir na sessão da tarde. Não, sério. Que porcaria foi aquela? Eu peguei o troço já no final, mas pude registrar o seguinte: o tal do irmão mais velho virou um cachorro por algum motivo sobre-humano e por algum motivo mais interplanetário ainda, todo mundo sabia e encarava o fato com um sorriso estampado na cara, junto com o irmão mais novo tinham que tirar o pai da prisão porque ele foi acusado injustamente de roubar alguma jóia preciosa. O canastrão que causou toda a cagada era um sujeito loiro, magro, com uma cara de professor universitário. O menino-cachorro não passava de um HOMEM numa roupa de cachorro tosquíssima. Outros fatos: o cachorro fala [??????], dirige [???????????????], segura as pernas do vilão com as patas [???????????????] e outras bizarrices aleatórias. Agora, alguém me responda: Não seria muito mais útil aplicar esse dinheiro na bolsa de valores, doar a uma instituição de caridade, construir um hospital, praça pública e afins, do que gastar tempo e suor em um filme HORRÍVEL e profundamente ofensivo ao bom senso quanto esse? E qual é o problema da globo em passar uma titica dessas? Prefiro mil vezes que eles reprisem pela enésima vez “A lagoa azul” do que isso, sério. Outro filme que me matou foi um que tinha um casal que ia mergulhar e terminou comido por tubarões. Uma merda de primeira, diga-se de passagem.
Mudando um pouco de assunto, comecei a ler os livros que ganhei de presente de aniversário. O livro, quero dizer. Um por um, sempre. O primeiro da fila foi Mentes perigosas, sobre psicopatas e afins. Um dos meus hobbys é pesquisar sobre sociopatia (não, não estudo Psicologia). Como é um livro pequeno e pretendo terminá-lo amanhã mesmo, começarei, em seguida, um livro sobre Hitler que ganhei de uma amiga. Tem uns dez na lista de espera, então tenho esperanças de que essas férias sejam produtivas quanto a isso. Também quero começar a exercitar um pouco minha memória, ela anda deprimente mesmo.
Sobre as notícias dos últimos dias, bem, meu cosplay saiu um sucesso para o que eu pretendia e me satisfez bastante. Eventos de anime, apesar de serem locais calorentos, repletos de pessoas estranhas e medonhas, são locais que eu adoro frequentar desde meus onze anos de idade. Apesar de tudo, ainda não perdi o medo dos Visual Keis. Sério, eu tenho medo.
Deixo-os por aqui, mortais. Agora que estou com uma internet digna, tenho mais coisas úteis e emocionantes a fazer. Bom final de tarde quase noite pra quem lê isso.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Aniversário e manchetes da semana
A chegada das férias é algo comemorado. Pelo menos em seu início. Por mim, trata-se de um evento comemorado durante toda sua duração e eu o valorizo muito sim senhor. Simplesmente tenho o que fazer mesmo que não viaje pra canto algum, sem responsabilidades e sem outras preocupações. Talvez essas sejam minhas últimas férias incluídas em tal contexto e dimensão de vagabundagem, pois todos precisam criar o tal do juízo um dia. Em estilo de redação “Minhas férias” trago com exclusividade um pequeno relato sobre meus primeiros últimos dias de puro ócio.
Minhas atividades incluem, não necessariamente nessa ordem, dormir pela noite (não, não troco o dia pela noite), ler alguma coisa, escrever o que me der na telha, perturbar meu namorado, perturbar meus pais e amigos e ser perturbada por eles, nada, afazeres domésticos, pesquisas sem fundamento, sonhar com um piano e conversar com meus animais. Mais recentemente, juntaram-se à lista, atividades potencialmente perigosas, como enfiar a mão através de uma janela de vidro, por exemplo. Agora mesmo estou olhado com desdém para o meu novo coleguinha com sangue coagulado na mão. A cena toda foi patética, no mínimo. Com o céu despencando lá fora e a grande porta de vidro aberta, a potencialmente desesperada criança aqui foi vítima do acidente, onde sua mão deslizou para o vidro e o quebrou por conta da força que exercia. Claro, depois de uns quantos gritos de seus acompanhantes, uma mão ensangüentada, um corredor sujo e algumas assepsias, as coisas parecem se ajeitar, apesar de a minha mão esquerda ainda estar parcialmente inválida.
Esquecendo um pouco o acidente e comentando sobre duas coisas que me fazem roer as unhas de ansiedade: meu vício (por certo) infantil de usar fantasias de personagens de animes será alimentado por um bom evento no final de semana e a comemoração do meu aniversário, que será na sexta-feira. Tanto para um, quanto para outro, eu estou bastante ansiosa, por mais que possa não parecer para quem me ver.
A única idade pela qual realmente esperei com alguma esperança foram os dezoito anos. Longe da pobreza de espírito de possuir orgulho e inflar o peito e anunciar “sou uma princesa, fiz quinze anos”, o prazer que se tem em inflar o peito e dizer “porra, sou maior de idade e posso quase tudo!” É indescritível. Talvez aos olhos de alguém mais velho soe como um sonho infantil, que por certo o é, mas nem por isso perde sua cota de importância. Nos dezoito anos há um marco concreto e não-ilusório como o criado para as princesas que acabam de completar seus quinze aninhos. Com dezoito anos eu já respondo legalmente pelos meus atos. Em teoria, eu já posso ingerir bebidas alcoólicas, fumar, ser presa, entrar em motéis, entrar em casas noturnas e bares, alugar e comprar DVDs pornôs, dirigir e outras coisas boas ou más do mundo adulto. Na prática, eu faço questão de explicitar que em muitas dessas situações eu prefiro não me envolver (nem quero). Talvez, mais do que dezoito, eu aguarde apenas os vinte e um, onde estarei do auge da vitalidade e teórica liberdade (como se pode perceber, eu me contento apenas com a teoria). Para completar o marco especial que os meus dezoito anos representam para mim, ganhei minha primeira ‘festa’ surpresa. Não foi exatamente uma festa, mas foi algo muito melhor do que uma, pois quase (porque faltaram algumas poucas) todas as pessoas mais importantes para mim me deram a honra de sua presença quando meu cabelo ainda não passava de uma porrinha amassada e meu único traje se limitava a uma camisola azul com o alfabeto estampado nela. Orgulhosa por ter estragado o plano deles de me acordar – porque note, eu acordo realmente cedo – Desfrutei (em teoria, porque eu fui quem menos comeu. Não tenho fome nenhuma pela manhã) de um desjejum com eles. Já não bastasse a importância do fato e do dia, tive um felizardo amigo que passou no vestibular, para completar a cota. Eu nunca fui de separar meus dias entre o melhor e o pior, mas decerto, não posso negar que esse está entre os melhores.
E que muitos outros venham, ao lado dos meus especiais.
Minhas atividades incluem, não necessariamente nessa ordem, dormir pela noite (não, não troco o dia pela noite), ler alguma coisa, escrever o que me der na telha, perturbar meu namorado, perturbar meus pais e amigos e ser perturbada por eles, nada, afazeres domésticos, pesquisas sem fundamento, sonhar com um piano e conversar com meus animais. Mais recentemente, juntaram-se à lista, atividades potencialmente perigosas, como enfiar a mão através de uma janela de vidro, por exemplo. Agora mesmo estou olhado com desdém para o meu novo coleguinha com sangue coagulado na mão. A cena toda foi patética, no mínimo. Com o céu despencando lá fora e a grande porta de vidro aberta, a potencialmente desesperada criança aqui foi vítima do acidente, onde sua mão deslizou para o vidro e o quebrou por conta da força que exercia. Claro, depois de uns quantos gritos de seus acompanhantes, uma mão ensangüentada, um corredor sujo e algumas assepsias, as coisas parecem se ajeitar, apesar de a minha mão esquerda ainda estar parcialmente inválida.
Esquecendo um pouco o acidente e comentando sobre duas coisas que me fazem roer as unhas de ansiedade: meu vício (por certo) infantil de usar fantasias de personagens de animes será alimentado por um bom evento no final de semana e a comemoração do meu aniversário, que será na sexta-feira. Tanto para um, quanto para outro, eu estou bastante ansiosa, por mais que possa não parecer para quem me ver.
A única idade pela qual realmente esperei com alguma esperança foram os dezoito anos. Longe da pobreza de espírito de possuir orgulho e inflar o peito e anunciar “sou uma princesa, fiz quinze anos”, o prazer que se tem em inflar o peito e dizer “porra, sou maior de idade e posso quase tudo!” É indescritível. Talvez aos olhos de alguém mais velho soe como um sonho infantil, que por certo o é, mas nem por isso perde sua cota de importância. Nos dezoito anos há um marco concreto e não-ilusório como o criado para as princesas que acabam de completar seus quinze aninhos. Com dezoito anos eu já respondo legalmente pelos meus atos. Em teoria, eu já posso ingerir bebidas alcoólicas, fumar, ser presa, entrar em motéis, entrar em casas noturnas e bares, alugar e comprar DVDs pornôs, dirigir e outras coisas boas ou más do mundo adulto. Na prática, eu faço questão de explicitar que em muitas dessas situações eu prefiro não me envolver (nem quero). Talvez, mais do que dezoito, eu aguarde apenas os vinte e um, onde estarei do auge da vitalidade e teórica liberdade (como se pode perceber, eu me contento apenas com a teoria). Para completar o marco especial que os meus dezoito anos representam para mim, ganhei minha primeira ‘festa’ surpresa. Não foi exatamente uma festa, mas foi algo muito melhor do que uma, pois quase (porque faltaram algumas poucas) todas as pessoas mais importantes para mim me deram a honra de sua presença quando meu cabelo ainda não passava de uma porrinha amassada e meu único traje se limitava a uma camisola azul com o alfabeto estampado nela. Orgulhosa por ter estragado o plano deles de me acordar – porque note, eu acordo realmente cedo – Desfrutei (em teoria, porque eu fui quem menos comeu. Não tenho fome nenhuma pela manhã) de um desjejum com eles. Já não bastasse a importância do fato e do dia, tive um felizardo amigo que passou no vestibular, para completar a cota. Eu nunca fui de separar meus dias entre o melhor e o pior, mas decerto, não posso negar que esse está entre os melhores.
E que muitos outros venham, ao lado dos meus especiais.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Mínima de 25, máxima de 32.
Como todo ser humano normal, eu preciso de alguma irrelevância que me tire do sério. A previsão do tempo é algo pelo qual sempre me interessei, apesar de ser uma coisa completamente randômica e imprecisa. E ela me tira do sério. Sério. No Brasil, acho que as pessoas não valorizam, nem dão atenção à previsão do tempo como, por exemplo, nos Estados Unidos (acreditem, quando vou lá, o único canal de TV que tenho prazer em assistir é o Weather Channel). Eis uma previsão do tempo que faz com que eu discuta com o apresentador cada vez que ele fala alguma merda provável dele: a da Gobo. Já não bastasse ter seus jornais exclusivamente dedicados para madames de classe média alta da região sudeste (mais especificamente São Paulo), ainda me vem com uma previsão do tempo precária. Pelo menos para o local que eu moro. Tenho uma teoria em que eles simplesmente pegam temperaturas aleatórias e atiram ali naquele ponto superior do mapa, conhecido como Amazônia (e, não bastasse a repressão climática vinda de baixo, a daqui nem se fala). Um exemplo é sempre e sempre afirmar que há inverno em locais próximos à linha do equador. Gente, N-Ã-O há. Os únicos aqui que andam com blusa de manga comprida são pessoas muito friorentas, dentro de locais que contenham condicionadores de ar (vulgo ar condicionado). A temperatura (sem contar com a presença de condicionadores de ar) mais baixa que já presenciei aqui foi vinte e um graus, com muita chuva, em uma madrugada. E olhem que eu sou um dos friorentos citados acima. Aí me vem um meteorologista renomado (ou não) e me diz que as temperaturas irão cair, pois estamos em pleno inverno. Estamos envolveria todo o Brasil. Eu sei muito bem que há invernos invejáveis lá pra baixo, mas querer unificar tudo (desde fuso horário, até clima) ou é complô com o governo, ou preguicite aguda de dar mais informações. Um sulista que se atrever a passar três dias por aqui em pleno mês de Julho vai pensar “que merda de inverno é essa?” e quando ouvir a âncora do telejornal local dizer “o verão chegou com tudo” vai pensar que estamos louquinhos. Geralmente, nas áreas próximas ao equador, existem duas épocas do ano (vide, a seguinte frase é um clichê muito ultrapassado): o período em que chove mais e o período em que chove menos. Graças ao aquecimento global, o último se tornou o período em que quase não chove, ou simplesmente o período em que não chove. Sendo o Brasil enorme e repleto das mais diversas disparidades, é ignorância querer dedicar meia hora para um jornal considerado nacional que mais informa sobre a vida no Estado de São Paulo (e, às vezes, no Rio) e três minutos para uma previsão do tempo (nem por isso, que tenha esse tempo, mas que as pessoas dêem um pouco mais de detalhes, considerando que a maioria dos brasileiros se guia pela TV para se manter “informada”).
Tá certo. É besteira discutir por isso, é falta de assunto e do que fazer. Mas por conta desse e de outros pormenores que eu chego a Porto Alegre, São Paulo ou Rio e ouço um animal me perguntar se o Pará fica no Nordeste (claro que ainda não vi nenhum perguntar se o Amazonas fica, porque senão eu já teria me mandado pro Canadá há muitos séculos) – E não pensem que são pessoas de pouca instrução que me perguntam essa abominação não. E é tanta hipocrisia nessa história que, mesmo me ignorando aqui em cima, ouço discursos de donas de casa de classe média alta sobre a defesa da Amazônia em relação aos estrangeiros.
RÁ. Faça-me rir.
Então está explicado porque cada vez que a tia da previsão diz que as máximas de Julho no norte/nordeste serão trinta e dois graus (assim como as máximas de Janeiro, Fevereiro, Março... Já viram que não mudam?) eu lanço um olhar de profundo desprezo para a TV e olho de relance para os quarenta graus do termômetro da geladeira.
E, para terminar, algo que não tem nada a ver com o assunto acima: mais um teste inútil que encontrei para fazer, dessa vez, da minha querida Jane Austen.
(Eu preferia a Fanny Prince, mas tudo bem)
Tá certo. É besteira discutir por isso, é falta de assunto e do que fazer. Mas por conta desse e de outros pormenores que eu chego a Porto Alegre, São Paulo ou Rio e ouço um animal me perguntar se o Pará fica no Nordeste (claro que ainda não vi nenhum perguntar se o Amazonas fica, porque senão eu já teria me mandado pro Canadá há muitos séculos) – E não pensem que são pessoas de pouca instrução que me perguntam essa abominação não. E é tanta hipocrisia nessa história que, mesmo me ignorando aqui em cima, ouço discursos de donas de casa de classe média alta sobre a defesa da Amazônia em relação aos estrangeiros.
RÁ. Faça-me rir.
Então está explicado porque cada vez que a tia da previsão diz que as máximas de Julho no norte/nordeste serão trinta e dois graus (assim como as máximas de Janeiro, Fevereiro, Março... Já viram que não mudam?) eu lanço um olhar de profundo desprezo para a TV e olho de relance para os quarenta graus do termômetro da geladeira.
E, para terminar, algo que não tem nada a ver com o assunto acima: mais um teste inútil que encontrei para fazer, dessa vez, da minha querida Jane Austen.
(Eu preferia a Fanny Prince, mas tudo bem)
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
Passe adiante
Ok, semana passada eu estava no supermercado com minha mãe e ela me pediu para escolher alguns limões para ela. Só que eu escolhendo limão é uma ação com duração semelhante a um caracol em corrida de duzentos metros. E digamos que gastei bons minutos ali, analisando aquelas coisas verde-amareladas irritantes e azedinhas. Enquanto eu me concentrava em minha missão, vários seres passavam por mim, escolhendo seus limões com mais sucesso do que eu, até um cara com seus quarenta ou cinqüenta anos de idade parar ao meu lado e resolver que queria conversar. Eu não prestei muita atenção no que ele falou na verdade, me concentrei mais em pensar porque diabos o cara se mobilizou para puxar conversa comigo como se eu fosse uma amiga íntima dele. Logo eu, que sou um saco para dar confiança às pessoas. Eu sempre fiquei em cima do muro quanto a essa característica típica de algumas pessoas. Por um lado eu acho legal da parte delas puxar conversa quando a coisa está chata – conheci muita gente legal assim. Por outro, eu acho um saco. A pessoa acaba te obrigando a falar com ela, mesmo que você esteja sem o mínimo saco para isso e só a olhe gelidamente, perguntando quem é essa criatura para lhe dirigir a palavra. Pior do que isso é pedreiro. Mais da metade dessas criaturas são baixas e nojentas. Não falo por preconceito, nem por nada assim, mas eu, como mulher, não gostaria de assobios e cantadas vindos do meu próprio namorado, imagina desse tipo de gente que nem conheço. E não me limito apenas aos pedreiros e afins. Concluí o terceiro ano há pouco tempo e lembro muito bem que passei o ensino médio inteiro vendo palhaçada de jovens desocupados de classe média provocando as meninas quando elas resolviam se levantar para ir ao banheiro. É um ato que causa a vontade de gritar “VAI ASSOBIAR PRO CU DA TUA MÃE E ME DEIXA EM PAZ, PORRA”. Parece que quanto mais a sociedade se diz avançar, menos educação as pessoas parecem ter. Não, educação não é o termo apropriado. O termo é respeito. Não se respeita mais mãe, pai, avô, avó, irmão, irmão, namorada, amiga, e uma infinidade de pessoas. O respeito é uma característica essencial, valorizada em um período onde o perfil politicamente correto, mesmo que se tratasse de uma fachada, era o principal. Hoje, parece que a moda é ser politicamente incorreto e algumas pessoas fazem questão de anunciar publicamente que o são. Só que o politicamente incorreto desses seres me remete ao ‘mau’ do playboy: uma mera maneira de chamar a atenção de alguém para a insignificância do ser. E, desde o cara que puxou assunto no supermercado, passando pelo pedreiro galante até o moleque de dezessete anos sem vergonha na cara, quem me garante que as ações dessas pessoas não tiveram essa finalidade? Afinal, o ser humano valoriza e muito ser o centro das atenções.
Longe de mim me excluir desse grupo. Ele engloba todo mundo, por mais que você ache que não. Como dizia Einstein “Tudo é relativo”, inclusive nossa opinião (mas ele se esqueceu de dizer que uma boa convivência precisa de mais do que mera relatividade)
Longe de mim me excluir desse grupo. Ele engloba todo mundo, por mais que você ache que não. Como dizia Einstein “Tudo é relativo”, inclusive nossa opinião (mas ele se esqueceu de dizer que uma boa convivência precisa de mais do que mera relatividade)
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Oi, criançada!
Bom, contando nos meus dedos e nos de mais algumas pessoas, esse deve ser meu décimo quinto ou décimo sexto blog, desde meus hm... Treze anos de idade. Até que está aceitável, considerando que eu já possuí no período áureo da vida blogueira três bombásticos e populares blogs que falavam de nada para ninguém e um que falava de alguma coisa irrelevante para muita gente. Mas, para ser sincera, eu acho que blog acrescenta. E muito. Graças aos meus ‘mais de uma década’ blogs eu melhorei no quesito escrita e consegui muitas notas bonitas em redação e português sem contar que fiz bons contatos, mantinha-me informada acerca de muita coisa e, não menos importante, aprendi por conta própria (pasmem, um animal de treze anos possui tal capacidade sim) a trabalhar com Photoshop, html, php e FTP, quase atingindo o nível Java da coisa, mas infelizmente meu gás acabou antes disso. E não posso omitir que, graças aos blogs, me tornei uma viciada em internet, como diz um ou outro Jornal da Globo em sua mensal reportagem sobre esse tipo de gente (haha, pasme, eu!). Embora, apesar disso, eu mantenha meus relacionamentos muito bem, obrigado. A questão é que eu descobri que não consigo passar muito tempo sem meus queridos meios de expressão como nada ou ninguém e, invariavelmente, me vejo obrigada a recriar um cada vez que excluo ou esqueço outro. É automaticamente compulsivo da minha parte (não que eu me importe realmente... Eu não me importo). E esse é o caso dessa criança aqui que mais uma vez ficará na promessa de dar certo ou pelo menos durar, no mínimo, míseros seis meses na ativa. Já consegui manter um por três anos, o que implica dizer que milagres acontecem sim.
É só ajoelhar e rezar.
(Ah, sobre o nome... Bom, quase todos os outros que eu tentei estavam indisponíveis, então eu olhei para a primeira coisa à minha frente, que era um pacote de grampos 26/6 e joguei isso mesmo).
Uma amiga me passou um teste interessante, o resultado não poderia ser melhor para uma amante do piano.

Faça você também Que
gênio-louco é você?
Incompreendido, incompreendido.
É só ajoelhar e rezar.
(Ah, sobre o nome... Bom, quase todos os outros que eu tentei estavam indisponíveis, então eu olhei para a primeira coisa à minha frente, que era um pacote de grampos 26/6 e joguei isso mesmo).
Uma amiga me passou um teste interessante, o resultado não poderia ser melhor para uma amante do piano.
Faça você também Que
gênio-louco é você?
Incompreendido, incompreendido.
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