segunda-feira, 29 de junho de 2009

Filme que mata

Às vezes, sem nada pra fazer, eu me pergunto o que leva as pessoas a gastarem dinheiro fazendo um filme com o que eu acabei de assistir na sessão da tarde. Não, sério. Que porcaria foi aquela? Eu peguei o troço já no final, mas pude registrar o seguinte: o tal do irmão mais velho virou um cachorro por algum motivo sobre-humano e por algum motivo mais interplanetário ainda, todo mundo sabia e encarava o fato com um sorriso estampado na cara, junto com o irmão mais novo tinham que tirar o pai da prisão porque ele foi acusado injustamente de roubar alguma jóia preciosa. O canastrão que causou toda a cagada era um sujeito loiro, magro, com uma cara de professor universitário. O menino-cachorro não passava de um HOMEM numa roupa de cachorro tosquíssima. Outros fatos: o cachorro fala [??????], dirige [???????????????], segura as pernas do vilão com as patas [???????????????] e outras bizarrices aleatórias. Agora, alguém me responda: Não seria muito mais útil aplicar esse dinheiro na bolsa de valores, doar a uma instituição de caridade, construir um hospital, praça pública e afins, do que gastar tempo e suor em um filme HORRÍVEL e profundamente ofensivo ao bom senso quanto esse? E qual é o problema da globo em passar uma titica dessas? Prefiro mil vezes que eles reprisem pela enésima vez “A lagoa azul” do que isso, sério. Outro filme que me matou foi um que tinha um casal que ia mergulhar e terminou comido por tubarões. Uma merda de primeira, diga-se de passagem.

Mudando um pouco de assunto, comecei a ler os livros que ganhei de presente de aniversário. O livro, quero dizer. Um por um, sempre. O primeiro da fila foi Mentes perigosas, sobre psicopatas e afins. Um dos meus hobbys é pesquisar sobre sociopatia (não, não estudo Psicologia). Como é um livro pequeno e pretendo terminá-lo amanhã mesmo, começarei, em seguida, um livro sobre Hitler que ganhei de uma amiga. Tem uns dez na lista de espera, então tenho esperanças de que essas férias sejam produtivas quanto a isso. Também quero começar a exercitar um pouco minha memória, ela anda deprimente mesmo.

Sobre as notícias dos últimos dias, bem, meu cosplay saiu um sucesso para o que eu pretendia e me satisfez bastante. Eventos de anime, apesar de serem locais calorentos, repletos de pessoas estranhas e medonhas, são locais que eu adoro frequentar desde meus onze anos de idade. Apesar de tudo, ainda não perdi o medo dos Visual Keis. Sério, eu tenho medo.

Deixo-os por aqui, mortais. Agora que estou com uma internet digna, tenho mais coisas úteis e emocionantes a fazer. Bom final de tarde quase noite pra quem lê isso.

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